terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Cd - Abra a roda tin dô lê lê






O Cd Abra a Roda tindô lê lê tê possui um repertório de brincadeiras tradicionais da cultura brasileira: cirandas, rodas de verso, brincadeiras de mão...

O CD vem com um encarte que dá dicas sobre as brincadeiras.
Pesquisa realizada por Lydia Hortélio.


Musical: Peter em fúria



| PETER EM FÚRIA |

O espetáculo é um musical criado pelas mãos de 31 artistas, resultante de uma releitura do conto "Peter Pan e Wendy" de J.M. Barrie, transposto para a realidade de uma favela brasileira.

| SINOPSE |

O assassinato em uma favela serve como fio condutor da trama de Peter em Fúria. Ao longo da história, os personagens revelam seus anseios, criando um paralelo entre sonho e realidade.
Livremente inspirado na obra de J.M. Barrie, Peter em Fúria utiliza signos extraídos do conto e, através de uma metáfora dramática, foi construído como uma versão para a lenda de Peter Pan.

| INFORMAÇÕES SOBRE A TEMPORADA |

De 07 de janeiro a 28 de março - sábado às 16h (pontualmente)


Espaço Parlapatões
Praça Roosevelt, 158 (Metrô Anhangabaú) – Centro
Tel: (11) 3258-4449
Ingressos: R$40 e R$20 (meia entrada)
Duração: 120min (Sem intervalo)
Classificação indicativa: 12 anos.
100 lugares
Aceita cartão
Acesso Universal
Possui lanchonete
Informações e reservas: teatrodetorneado@gmail.com

Teatro gratuito relembra artistas e músicas da era do rádio



"Florilégio II - Nas ondas do rádio" - Foto por João Caldas
"Florilégio II - Nas ondas do rádio" - Foto por João Caldas
O espetáculo "Florilégio II - Nas ondas do rádio", dirigido por Elias Andreato, faz temporada no Museu da Casa Brasileira

Com direção geral de Elias Andreato e encenado por Carlos Moreno, Mira Haar e Patrícia Gasppar, o espetáculo mescla humor e poesia, por meio de composições memoráveis da cultura popular brasileira, de artistas como Cartola, Ataulfo Alves, Zé Keti, Dorival Caymmi, Herivelto Martins, Assis Valente e Lupicínio Rodrigues.
O espetáculo musical "Florilégio II - Nas ondas do rádio" chega aoMuseu da Casa Brasileira para relembrar clássicos das estrelas do passado, com um repertório composto por músicas das décadas de 1940 e 50.  A montagem fica em cartaz entre os dias 7 de fevereiro e 29 de março, aos sábados e domingos, sempre às 16h, com entrada Catraca Livre.
Confira abaixo algumas fotos do espetáculo e, em seguida, um vídeo da apresentação:


https://catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/espetaculo-gratuito-relembra-artistas-e-musicas-da-era-do-radio/?utm_source=soclminer&utm_medium=soclshare&utm_campaign=soclshare_facebook

Artistas cria belos Pianos e espalha ao redor do mundo para trazer a música para as ruas



Percebendo a falta de interação entre estranhos que passavam uns aos outros todos os dias nas mesmas ruas, a artista baseada no Reino Unido Luke Jerram se inspirou, para mudar a rotina diária das pessoas com música espontânea e comunicação através da instalação de pianos ao ar livre em espaços públicos.
"A idéia para Play Me, I'm Yours veio ao visitar o lugar aonde lavo as minhas roupas", explica Jerram. "Eu vi as mesmas pessoas lá cada fim de semana e ainda ninguém falava com ninguém. De repente, percebi que dentro de uma cidade, deve haver centenas destas comunidades invisíveis, passando regularmente tempo um com o outro em silêncio. Colocar um piano para o espaço foi a minha solução para este problema, agindo como um catalisador para uma conversa e mudando a dinâmica de um espaço ".
Os pianos de rua, que muitas vezes são pintados com cores brilhantes e desenhos marcantes de artistas locais, são colocados em estações de trem, nas praças da cidade, perto de mercados, e em outros espaços públicos. Todos, independentemente de raça, sexo, idade ou classe, são convidado a mostrar as suas habilidades no instrumento. Com um fluxo constante de interação entre leitor, espectador, e da cidade, os pianos reúnem uma comunidade por meio de auto-expressão e criatividade.
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Homem de 109 anos tricota para salvar pinguins




Parte dos pinguins resgatados na Austrália ganham uma roupa de malha. Algumas delas foram produzidas por Alfred Date, 109 anos.
O idoso ouviu o pedido para produzir as peças no ano passado. Elas seriam usadas pela Penguin Foundation nos animais para salvá-los de um derramamento de óleo.
Alfred
Enfermeiras da casa de repouso em que ele mora o incentivaram. E Alfred aceitou o desafio.
O idoso já sabe tricotar há décadas. Seu primeiro trabalho foi para um sobrinho, em 1931.
Penguins Foundation - foto divulgação
Uma pesquisa mostrou que, pelo método de reabilitação com os casacos de lã, 96% dos pinguins conseguem retornar à vida selvagem.

Workshop Internacional sobre TEA



Com quatro dias de duração, e capacidade para 500 participantes, o Workshop Internacional será realizado na Torre Iguatemi Business do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto com a presença de profissionais de atuação expressiva no exterior. Esta é a única atividade paga do evento.

Palestras e Atendimentos

O Workshop será composto por duas atividades principais: palestras e atendimentos – ambos seguidos de espaço para perguntas do público. As palestras terão como ponto de partida temas recorrentes ao universo clínico do autismo, como diagnóstico e tratamentos. Assuntos como pesquisas recentes e o quadro do TEA no Brasil também serão discutidos pelos profissionais convidados. Para as palestras em inglês haverá tradução simultânea.
Já os atendimentos poderão ter a participação direta do público. Nossa equipe internacional de médicos e terapeutas selecionou 24 casos de TEA em crianças e adolescentes entre 18 meses e 18 anos de idade. Os casos serão analisados pelos profissionais convidados em uma sala, como se fosse uma consulta de rotina. Esses atendimentos serão filmados e transmitidos para o público ao vivo, que estará assistindo tudo por um telão em outra sala. Ao final da consulta, haverá um bate-papo entre os profissionais e os participantes do Workshop, a fim de discutir aspectos importantes dos atendimentos realizados. Será uma oportunidade única de troca de conhecimento e aprendizado entre pais, instituições e profissionais da saúde e da educação
http://www.teabraco.com.br/?utm_source=Facebook&utm_medium=ADS&utm_campaign=FacebookADS

domingo, 25 de janeiro de 2015

IV Jornada para o XXIII Congresso Brasileiro da ABEAD

IV Jornada para o XXIII Congresso Brasileiro da ABEAD

Especialistas explicam como a combinação de drogas pode ser fatal

Especialistas explicam como a combinação de drogas pode ser fatal

Este é um dos fatores que mais têm levado jovens e consumidores iniciantes a crises agudas, overdoses e experiências traumáticas como alucinações e delírios de perseguição

Leandro Junges
O uso intenso de cocaína, ecstasy e álcool num curto intervalo de tempo, como um fim de semana, é considerado pelos médicos e especialistas não mais como um ato perigoso e danoso à saúde, mas fatal.
O consumo combinado de drogas pelo engenheiro Dealberto Jorge Silvadescrito no depoimento do irmão dele, Fernando, à Justiça mexicana, é um fenômeno preocupante e, do ponto de vista médico, um dos fatores que mais têm levado jovens e consumidores iniciantes a crises agudas, overdoses e experiências traumáticas _ como alucinações, delírios de perseguição e perda do senso de segurança.
_ Há drogas perturbadoras, depressoras ou estimulantes. E há algumas que têm mais de um efeito. Misturar torna ainda mais perigoso. E isso tem sido comum: usuários interagindo diferentes drogas para potencializar ou prolongar os efeitos _ informa Nasser Haidar Barbosa, coordenador municipal do setor de atendimento à saúde mental de Joinville.
Entre as combinações mais perigosas está a de álcool e ecstasy.
_ Quem usa ecstasy com frequência sabe que usar com álcool pode ser fatal. Por isso é tão comum ver pessoas em festas rave com uma garrafa de água na mão, sob o efeito da droga. Estão ‘fervendo’ ou ‘cozinhando’, como eles dizem _ afirma Nasser.
Usar três ou mais tipos de drogas em um fim de semana, por exemplo, pode causar uma desordem química tão violenta no organismo que dificilmente o usuário consegue chegar à segunda-feira sem precisar de atendimento médico especializado. Em casos mais graves, essa confusão química pode levar à morte por mais de um fator, como problemas cardíacos ou hemorragias no cérebro e no fígado, por exemplo.
O consumo de qualquer droga, além do risco de overdose, pode ocasionar graves sequelas nos sistemas nervoso (lesões dos neurônios), circulatório e respiratório.
_ Além, é claro, de problemas de ordem familiar, social, econômica e afetiva _ alerta Barbosa.
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“Enquanto houver usuário, haverá traficante”, diz delegado
O consumo de drogas sintéticas e outros tipos de drogas, como maconha e cocaína, tem se potencializado em festas fechadas e baladas. A reportagem de “A Notícia” visitou baladas legalizadas e festas proibidas em 2013 e flagrou a facilidade com que as drogas são traficadas e acessadas pelos jovens na noite. O consumo livre de pelo menos quatro tipos de drogas foi presenciado pela reportagem em uma festa rave, em Araquari, no Norte do Estado.
Levando em conta os dados de 2013 da Secretaria de Segurança Pública _ o órgão ainda não disponibilizou os dados fechados do ano passado_, a droga mais apreendida naquele ano em Joinville pelas polícias Militar e Civil foi o crack, com 75,3 kg, seguido da maconha, com 48,4 kg, e da cocaína, com pouco mais de 18 kg.
No entanto, as drogas sintéticas também tiveram um grande espaço. Só em Joinville foram apreendidos 774 comprimidos de ecstasy, 272 pontos de LSD e nove frascos de lança-perfume.
Ampliando para as apreensões em todo o Estado, as drogas sintéticas ganham ainda mais força. Só em 2013, as duas polícias apreenderam 190,8 mil comprimidos de ecstasy e pouco mais de 13 mil pontos de LSD, o que comprova o consumo acelerado desse tipo de substância.
O delegado responsável pela Divisão de Investigação Criminal de Joinville, Jeferson Prado Costa, explica que a polícia faz um trabalho de controle, mas esclarece que a prisão de traficantes não é capaz de erradicar o consumo de drogas.
- Nenhum usuário vai deixar de usar droga porque o traficante dele foi preso. Enquanto houver usuário, haverá traficante. É uma regra de mercado avalia.
Apesar dessa certeza, a polícia insiste no trabalho de repressão.
- A investigação é feita dentro da lei. Não se pode fazer uma busca sem mandado judicial. A investigação é trabalhosa e demorada acrescenta.
Crescem apreensões de drogas sintéticas pela PF
As apreensões feitas pela Polícia Federal, que tem a investigação voltada para o tráfico internacional, são ainda maiores.
Continuando no ano de 2013, a PF foi responsável pela maior apreensão de drogas sintéticas na região. Foram apreendidos mais de 18,7 mil comprimidos de ecstasy e mais de 2,7 mil comprimidos de LSD só na região Norte de Santa Catarina.
A maconha e a cocaína também são drogas muito disseminadas por aqui. Só em 2013, a PF apreendeu 1,8 tonelada de maconha e mais de 376 quilos de cocaína. Em 2014, as drogas sintéticas perderam força, mas a cocaína e a maconha se mantiveram expressivas, com 588,5 kg e 51,4 kg apreendidos, respectivamente.
fonte: https://clinicaalamedas.wordpress.com/2015/01/20/especialistas-explicam-como-a-combinacao-de-drogas-pode-ser-fatal/

Maconha, depressão e suicídio na adolescência


Por Dr Cláudio Jerônimo da Silva – psiquiatra

É difícil dizer onde tudo começa: todo adolescente precisa um pouco mais de espaço e privacidade. Passa mais tempo sozinho, no quarto. Depois desenvolve uma vida um pouco mais independente e fica muito mais tempo fora de casa, fala menos com os pais, não quer compartilhar sua intimidade com o adulto, não gosta de falar dos seus sentimentos, irrita-se facilmente, dorme muito, sente bastante fome.
Essa descrição parece parte do desenvolvimento normal de um adolescente, mas eventuais complicadores não podem passar despercebidos. Os mais importantes são o uso de maconha e a depressão. Especialmente porque existe uma associação entre essas duas condições clínicas, cujos sintomas podem ser confundidos, aos olhos menos atentos, com comportamentos pontuais da adolescência. A confluência da juventude, da depressão e da maconha costuma ser explosiva, literalmente. O jovem deprimido que fica no quarto, isolado, sem querer conversar, também tem uma tendência muito maior a ser impulsivo, a se envolver em comportamentos mais arriscados, e o uso de maconha perpetua o sintoma depressivo. O suicídio é a evolução mais trágica, nunca imaginada, mas que infelizmente acontece, no momento em que menos se espera. Algumas vezes ela não é planejada. É impulsiva. Outras, é planejada. Ninguém fala, é segredo, tabu. Mas acontece. E as chances de acontecer com jovens deprimidos e usuários de maconha são maiores do que os outros. Mesmo que o problema seja identificado, as possibilidades continuam existindo. Os conflitos sobre o uso da maconha, a resistência com o tratamento e a dificuldade de monitoramento constante são sempre um risco. Mas o melhor remédio continua sendo a intervenção precoce. Quanto antes o problema for identificado, maiores as chances de evitar o desfecho trágico. E a identificação é sempre feita em casa, pela família. Portanto, adolescentes precisam de pais por perto, atentos, interados do que estão fazendo, de como estão se sentindo, mesmo que eles não gostem nada disso.
Referências
The impact of adolescent cannabis use, mood disorder and lack of education on attempted suicide in young adulthood.World Psychiatry. 2014 Oct;13(3):322-3. doi: 10.1002/wps.20170.
Acute influence of alcohol, THC or central stimulants on violent suicide: a Swedish population study. J Forensic Sci. 2014 Mar;59(2):436-40.

fonte: https://clinicaalamedas.wordpress.com/2015/01/21/maconha-depressao-e-suicidio-na-adolescencia/

Curso de Especialização em Arteterapia no SEDES SAPIENTIAE


VI Congresso ISAAC - Comunicação Alternativa: Ocupando Territórios


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Arqueologia e Memória: Oficina para a Terceira Idade no MAE da USP

 

Início
25/02/2015 
              
Fim
01/07/2015 
              
Agência FAPESP – O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da Universidade de São Paulo (USP) oferece a oficina “Arqueologia e Memória: Oficina para a Terceira Idade no MAE da USP” de 25 de fevereiro a 1º de julho, todas as quartas-feiras das 14 horas às 16h30.
A atividade é gratuita. Há 25 vagas disponíveis. As inscrições podem ser feitas de 2 a 24 de fevereiro, das 8 às 12 horas e das 13 às 16 horas pelo e-mail educativo.mae@usp.br ou telefone (11) 3091 4905.
Durante a oficina, serão realizadas atividades educativas e lúdicas que envolvem reflexões sobre Arqueologia, Etnologia, Museologia e Objetos Biográficos; elaboração de trabalhos com várias formas de expressão (escrita, desenho, bordado, cerâmica) relacionados às reflexões sobre os conhecimentos acima; e elaboração e montagem de exposição.
A atividade faz parte do Programa Universidade Aberta à Terceira Idade da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) da USP.

fonte: http://agencia.fapesp.br/agenda-detalhe/arqueologia_e_memoria_oficina_para_a_terceira_idade_no_mae_da_usp/20507/