segunda-feira, 28 de julho de 2014

Parques onde tem as "Danças Circulares"



A participação é gratuita e não é necessária inscrição prévia. Os interessados podem obter mais informações nas Administrações dos parques.

Parque Jardim da Luz
segundo domingo de cada mês, às 10h
Focalizadora:  Vaneri de Oliveira
End: Rua Ribeiro de Lima, 99 / Praça da Luz, s/n, Luz - Tel. (11) 3227-3545

Parque Ibirapuera
Quartas-feiras, às 9h
Focalizadora:  Estela Maria G. P. Gomes
End: Portão 7, próximo ao Viveiro Manequinho Lopes e serraria - Tel: (11) 5572-1004 (UMAPAZ).

Parque da Independência
segundo domingo de cada mês, às 14h30
Focalizadora:  Vaneri de Oliveira
End: Avenida Nazaré, s/n - Ipiranga - Tel: (11) 2273-7250

Parque Lydia Natalizio Diogo
Quartas-feiras, às 9h30
Focalizadora:  Vaneri de Oliveira
End: Rua João Pedro Lecor, s/n, Vila Prudente - Tel. (11) 2910-8774

Parque Severo Gomes
Quinzenalmente nos 2os e 4os sábados do mês, às 10h
Focalizadora: Eva Ferri
End: Rua Pires de Oliveira, 356, Granja Julieta - Tel. (11) 5687-4994

SÃO PAULO - OUTROS PARQUES

Parque da Água Branca
Todo último domingo do mês, às 10 horas
Focalizadora: Bia Esteves
End: Av. Francisco Matarazzo, 455 (Próximo ao metro Barra Funda) - no Bambuzal.
Contato: bia.esteves@terra.com.br ou (11) 9789-1449
Parque Burle Max
Roda mensal, sempre no último domingo, às 10 horas
Focalizadoras: Cristina Mellvile Alonso, Luzia Helena Souza Pereira e Magda Bisinger
End: Av. Dona Helena Pereira de Morais, 200 - ao lado da Marginal Pinheiros, na entrada para o B. Panamby. Há estacionamento no local (R$10,00).
Contato: luziah_sp@hotmail.com - Cel. (11) 9811-6411 ou cris.mell@uol.com.br
Praça Horácio Sabino
2º domingo do mês
Hora: 10h30 às 12h
Focalizadora: Marli de Matos
Endereço: entre a Rua Cristiano Viana e Heitor Penteado - Vila Madalena
Contato: mar.li.dematos@hotmail.com ou (11) 9126-6534
Parque Ibirapuera
Primeiro domingo do mês, das 10h às 12h.
Focalizadores: Lena das Dobraduras, Maria Lucia Souza (Malu) e Paula Bacchi
End: Av. República do Líbano, portão 7 (estacionamento no local, zona azul).  A Roda acontece ao lado do Bosque da Leitura.
contato: mlps.luz@gmail.com / dobraduraslena@ig.com.br
Parque do Piqueri
1° domingo de cada mês, às 10 horas
Focalizadores: Ricardo Pessoa, Carmô Portero, Vilma Carneiro e Eliana Moneta
End: Rua Tuiuti, 515 - Tatuapé
Contato: Tel. (11) 3396-3000

Parque Trianon
3º domingo do mês
Hora: das 10h às 12h
Focalizadores:  Marcos PauloMonica Baliu, Nadir Mercedez Tiveron  e  Renata Ramos
Endereço: Rua Peixoto Gomide, 949 - Cerqueira César (Av, Paulista em frente ao MASP - a roda está localizada após a ponte da Alameda Santos) - Tel: (11) 3289-2160.
Contato: monica@blinkconsultoria.com.br e/ou nadirtiveron@yahoo.com.br

http://www.dancacircular.com.br/dancaNoParque.asp

quarta-feira, 23 de julho de 2014

ISME 2014 - acontece pela primeira vez no Brasil


Após 10 anos de realização do Encontro Nacional de Música, evento que consolidou os trabalhos da CAEM (Central de Apoio às Escolas de Música), em 2014 a proposta ganha força e amplia suas diretrizes com a criação do I Congresso CAEM, que acontece em São Paulo nos dias 26 e 27 de julho.

O evento é direcionado aos donos de escolas de música, gestores, educadores e professores do ensino de música e traz uma programação com temas que visam atualizar e abastecer o mercado da educação musical. Serão dois dias de palestras com especialistas nas áreas abordadas, levando a professores e diretores tópicos extremamente importantes para o crescimento do segmento.

Além de palestras, vão ser realizadas também oficinas de capacitação que visam reforçar a discussão sobre o mercado de ensino musical junto às escolas regulares, haja vista a aprovação da lei 11.769, que institui a obrigatoriedade do ensino da música no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. “Temos aumentado as participações não só pelos ouvintes, mas apoiadores do ramo de instrumentos e material didático, que percebem a importância de se mobilizar junto à educação musical, dando a devida relevância a quem realmente forma seus consumidores.”, ressalta Valéria Giesbrecht Forte, idealizadora do evento.

O congresso é hoje o único evento no Brasil que atualiza e fornece novidades direcionadas especialmente aos donos de escolas de música, mostrando a força de um setor ainda pouco atendido e valorizado no país. Grande parte deste público já acompanha o trabalho desenvolvido pela CAEM através da revista bimestral No Tom, publicação voltada ao segmento, e pelo já conhecido Encontro Nacional de Música, que há 10 anos proporciona um momento de reciclagem entre os participantes. Os empresários do ramo têm a CAEM como referência e suporte quando precisam de orientações e consultorias quanto ao fortalecimento dos negócios ligados ao ensino de música e de tudo que se aplica à área.

Entre os destaques dessa primeira edição estão a inscrição gratuita para os dois dias de evento, emissão de certificado aos participantes, exposição e venda de materiais e instrumentos com negociações especiais às escolas de música, apresentações musicais e o sorteio de instrumentos musicais para o público. Uma grade especial foi criada com a inclusão de debatedores e palestrantes que falarão de temas diversificados do universo do ensino de música. Confira a programação completa.

PALESTRAS

DIA 26/07/2014
10h – “REINVENTAR SUA ESCOLA DE MÚSICA, UM DESAFIO DIÁRIO!”
Palestrante: Cristal Velloso
14h – “TRANSFORMANDO O ATENDIMENTO EM RESULTADO”
Palestrante: Ana Moreira

15h30 –“FIDELIZAR E CAPTAR NOVOS ALUNOS”
Palestrante: Jaques Grinberg

DIA 27/07/2014

10h – “UMA ORGANIZAÇÃO BEM AFINADA”
Palestrante: Valdir Carleto

MESA DE DEBATE

14h – “A TECNOLOGIA ESTÁ AJUDANDO OU ATRAPALHANDO AS ESCOLAS?
AULA ONLINE: PARCEIRA OU VILÃ?

Debatedores convidados:
Antonio Mário Cunha – Diretor Conservatório Souza Lima
Célio Ramos – Diretor EM&T
Fernando Costa – Supervisor do Curso de Inglês Melp e Easycomp
Luciana Allan – Diretora Técnica do Instituto Crescer
Nelson Filho – Diretor Nel-Som Escola de Música
Turi Collura – Professor atuante através de recursos tecnológicos.

OFICINAS
DIA 26/07/2014

9h – VIVIANE LOURO
“Música, psicomotricidade, cognição e inclusão”

9h – MARTA ROCA
“Introdução à flauta soprano e suas aplicações didáticas”

14h – VIVIANE LOURO
“Música, psicomotricidade, cognição e inclusão” – continuação.

13h30 – ENNY PAREJO
“Musicalização para bebês

DIA 27/07/2014
9h – VIVIANE LOURO
“Música, psicomotricidade, cognição e inclusão”- continuação

9h – UIRÁ KUHLMANN
“Boomwhackers e a Música Colaborativa
14h – VIVIANE LOURO
“Música, psicomotricidade, cognição e inclusão” – finalização.

14h – JACK LIMA
“A música como idioma matriz”

@SERVIÇO:
I CONGRESSO CAEM – CENTRAL DE APOIO ÀS ESCOLAS DE MÚSICA 
Dias 26 e 27 de julho
Local: UNIP Indianópolis
End.: Rua Dr. Bacelar, 1212 – São Paulo/SP
Horário: das 8h às 17h
Inscrições gratuitas pelo site: www.escolasdemusica.com.br
Informações pelos telefones: (11) 3862-5376 | 9.9844.9680
Para participação nas oficinas enviar email para caem@escolasdemusica.com.br colocando no título o tema da oficina.

fonte: http://www.abemusica.com.br/portal/congresso-leva-capacitacao-gratuita-para/

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Pesquisa analisa registro espontâneo feito por crianças

21/07/2014
Por Diego Freire

Agência FAPESP – Pesquisadores do Instituto de Biociências de Rio Claro da Universidade Estadual Paulista (Unesp) têm utilizado fotos e vídeos produzidos por crianças para propor novas reflexões sobre o desenvolvimento infantil. O resultado pode ser conferido no curta-metragem “O que pode a imagem?”, que apresenta análises dos pesquisadores sobre os registros.
A iniciativa fez parte da pesquisa “Infância, pesquisa e experiência: reflexões e olhares para o desenvolvimento infantil a partir de produções imagéticas de professores e crianças”, coordenada por César Donizetti Pereira Leite, professor adjunto da Unesp, e realizada com apoio da FAPESP. O trabalho prático foi realizado em uma creche da rede pública de Rio Claro.
As visitas à creche ocorreram uma vez por semana, com duração média de 2 horas, ao longo de sete meses do ano letivo de 2012. As 45 crianças envolvidas na experiência produziram mais de 3.500 fotos digitais e 10 horas de filmagens.
Foram oferecidos a meninos e meninas de um a três anos de idade equipamentos de gravação digital: câmeras fotográficas e de vídeo e tablets. Houve o envolvimento dos professores, mas sem qualquer orientação que pudesse influenciar a espontaneidade do manuseio.
O objetivo, de acordo com Leite, foi descobrir novas percepções sobre o universo infantil por meio do registro espontâneo feito pelas crianças. “A maneira como as gravações foram feitas possibilitou reflexões importantes sobre os modos como o corpo e a memória criam e orientam sentidos”, disse.
Isso porque os equipamentos acabavam sendo usados não como câmeras, mas como brinquedos ou extensões do próprio corpo, levando a um registro muito próximo da maneira como as crianças veem os objetos e as pessoas que as cercam no dia a dia.
“As imagens produzidas abrem uma perspectiva de olhar, do ponto de vista da criança, detalhes nunca percebidos, como botões de camisas, a sujeira no nariz, a baba, além de minúcias dos movimentos, com os olhares rápidos, desfocados, os cortes bruscos e as pausas longas”, disse Leite.
Para o pesquisador, a experiência sugere uma inversão no olhar do profissional que trabalha com crianças. “Em vez de oferecer técnicas, conhecimentos, teorias e sentidos para educar nosso olhar sobre as crianças, os vídeos lançam o corpo em uma aventura”, disse.
A pesquisa analisou a percepção dos professores sobre os vídeos. Para Leite, há uma “ditadura dos sentidos e da cognição” que as gravações desafiam. “Para os adultos, todas as imagens, por mais borradas, por mais vertiginosas que sejam, precisam dizer algo, precisam fechar em um sentido final”, disse.
Segundo o pesquisador, os professores tendem a associar as imagens produzidas com maior nitidez ou clareza, mesmo que causalmente, às crianças tidas por eles como mais inteligentes ou espertas, assim como os registros mais caóticos foram atribuídos às que apresentam maior dificuldade no universo escolar. “Um entendimento que reflete nossa falta, muitas vezes, de sensibilidade em perceber o mundo com os olhos das crianças”, avaliou.
Novas abordagens
Entre as possibilidades de abordagens para a educação infantil que a experiência inspirou está uma nova visão de passagem do tempo. “Nossos currículos, práticas educativas e modos de pensar e viver a educação estão pautados em um tempo cronológico, presente nas teorias de desenvolvimento humano no campo da Psicologia – as ideias de fases, períodos, estágios ou ainda a ideia de que evoluímos, tudo isso se organiza em uma esfera de uma modalidade de tempo: o tempo cronológico e linear. Com as imagens nos vemos em outro deslocamento”, observou Leite.
Para o pesquisador, as imagens rápidas, disformes e confusas captadas pelas crianças sugerem uma ideia não linear de tempo, o “tempo kairológico” – em referência a “kairós”, do grego antigo, que significa “momento oportuno”.
“Trata-se do tempo da oportunidade, quando estamos completamente absorvidos pelo momento presente”, disse Leite. Essa noção de tempo, segundo o pesquisador, é fundamental ao entendimento do universo da criança no processo de desenvolvimento infantil.
É importante também outra noção de tempo relacionada à intensidade do momento, não à sua duração. “Esse é o tempo aiônico, da experiência. Uma brincadeira, por mais banal que pareça a um adulto, pode tomar toda a concentração de uma criança. E, naquele momento em que nada a distrai, ela vivencia mais essa dimensão do tempo, que precisa ser considerada no processo de educação”, disse.
O curta-metragem produzido com as gravações das crianças é um desdobramento de experiências que vêm sendo realizadas desde 2010 na rede pública de ensino de Rio Claro e que já resultaram em possibilidades de políticas educacionais para o município, de acordo com Leite.
O projeto “Ação, câmera, luz: entre imagens e olhares – experiência de infância e montagens”, também conduzido com o apoio da FAPESP, levou a Secretaria de Educação de Rio Claro a criar um grupo de estudos sobre o tema composto por professores, diretores e coordenadores de escolas de educação infantil. Há ainda um projeto com a prefeitura para a formação docente orientada pela temática da imagem e do cinema na educação.
Na Unesp, as experiências deram origem ao Laboratório de Estudos e Pesquisa da Imagem, Experiência e Criação (Imago).

fonte: http://agencia.fapesp.br/19451

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Passageiros com mais de 60 anos terão gratuidade nos serviços do Metrô, CPTM e EMTU/SP


São Paulo, 02 de julho de 2014 – O governador Geraldo Alckmin assinou nesta quarta-feira o decreto que regulamenta a Lei 15.187, ampliando a gratuidade nos transportes públicos estaduais – Metrô, CPTM e EMTU/SP – às pessoas com mais de 60 anos. Rogerio Hamam, secretário de Desenvolvimento Social e coordenador estadual do Programa SP Amigo do Idoso, participou da cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes ao lado do secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

O decreto define as regras para o cumprimento da legislação, sancionada em outubro do ano passado. “É uma grande conquista para São Paulo. Uma política pública importante para os idosos gastarem menos, terem mais lazer e viajar até mesmo a trabalho, enfim se locomover de forma gratuita”, afirmou Alckmin.

O secretário Hamam agradeceu ao governador pelas políticas públicas. “São Paulo tem um governador preocupado com os idosos. Agradeço em nome do Programa São Paulo Amigo do Idoso, que já conta com o Selo Amigo do Idoso, os equipamentos sociais, o Cartão Amigo do Idoso, o Fundo Estadual do Idoso e agora mais uma conquista importante que é a gratuidade dos transportes a partir dos 60 anos”, disse.

Antes da regulamentação da lei, os usuários acima de 60 anos utilizavam os serviços do Metrô e da CPTM gratuitamente mediante apresentação do RG ou Bilhete Único Especial do Idoso. A partir de agora também podem contar com o Cartão Bom e Bilhete Sênior (emitidos pela EMTU), o Bilhete Único Especial Idoso (fornecido pela SPTrans) e o Bilhete Único (encontrados nos postos autorizados do Consórcio Metropolitano de Transportes - CMT ou da Prefeitura de São Paulo).

Para receber o benefício, o usuário deve se cadastrar nos postos autorizados das operadoras de transportes e o acesso será validado por 180 dias.

Programa São Paulo Amigo do Idoso
Lançado em 2012, pelo governador Geraldo Alckmin, o Programa São Paulo Amigo do Idoso prevê a implantação de Centros Dia de R$ 500 mil cada e Centros de Convivência do Idoso, de R$ 250 mil cada. A previsão é que a Secretaria de Desenvolvimento Social, coordenadora do Programa, invista R$ 85,5 milhões nos centros.

Outra ação do programa é o Cartão Amigo do Idoso, lançado em março de 2013. O benefício mensal de R$ 100,00 é direcionado a idosos com idade superior a 80 anos, com renda mensal de até meio salário mínimo. Para ter direito ao auxílio, o idoso deve estar registrado no Cadastro Único (CadÚnico) e não ser atendido nos programas de benefícios individuais, como o Renda Mensal Vitalícia (RMV) ou Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC).

Há ainda o Fundo Estadual do Idoso. Ele se destina a financiar programas e ações voltadas à pessoa idosa, com objetivo de assegurar direitos sociais e criar condições para promover autonomia, integração e participação efetiva dos idosos na sociedade. O contribuinte pode ser pessoa física ou jurídica, podendo deduzir 6% e 1% do Imposto de Renda respectivamente.

Para completar, o programa também tem o objetivo de fazer de São Paulo o primeiro Estado Amigo do Idoso. Para isso, criou o Selo Amigo do Idoso, constituído com o objetivo de estimular os municípios, entidades públicas e sociedade civil a implantarem ações referenciadas pelo Programa São Paulo Amigo do Idoso. São eles: Selo Inicial, Selo Intermediário e Selo Pleno. De acordo com boas práticas públicas voltadas aos idosos, o Selo certificará municípios paulistas, órgãos da administração direta e indireta e entidades públicas e privadas integrantes do Programa.

Com informações da Secretaria dos Transportes Metropolitanos e do Governo de SP

Texto: Fernanda Higa
Fotos: Vanessa Palazzi

Governo de SP incentiva a implantação de Centros de Convivência para Crianças, Adolescentes e Jovens

Municípios de pequeno porte serão preferencialmente beneficiados com equipamentos para promover o fortalecimento de vínculos do público infanto-juvenil. O recurso será repassado por meio de convênio com a Secretaria de Desenvolvimento Social


São Paulo, 03 de julho de 2014 – O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, vai incentivar a implantação de Centros de Convivência para Crianças, Adolescentes e Jovens (CCCAJ). Foi publicada esta semana, no Diário Oficial, a Resolução Seds-017 (de 30/06/2014) que dispõe sobre a instalação do equipamento.

O Centro tem por objetivo proporcionar espaço para atividades socioculturais e educativas, oportunizando a crianças, adolescentes e jovens o fortalecimento de vínculos familiares. Além disso, a iniciativa incentiva a socialização e a convivência comunitária para prevenir situações de risco pessoal e contribuir para o desenvolvimento do protagonismo e da autonomia desse público.

Segundo o secretário estadual Rogerio Hamam, os municípios de pequeno porte (até 50 mil habitantes), que ainda não possuem local para oferecer esse atendimento, serão os beneficiários preferenciais. “A Secretaria de Desenvolvimento Social transferirá recursos para realização da obra e aquisição de equipamentos e materiais permanentes de acordo com dotação orçamentária disponível, nos mesmos moldes que ocorre hoje com os Centros de Convivência do Idoso”, afirma. Para isso, a Prefeitura precisa disponibilizar imóveis próprios para este fim, além de entregar toda documentação exigida.

Está em fase final de elaboração o modelo arquitetônico do CCCAJ, que poderá ser encaminhado para o município, orientando-o na elaboração do projeto. O serviço deverá ser oferecido de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com turmas alternadas de acordo com a programação por faixas etárias (horário definido conforme demanda, em turnos de quatro horas), atendendo até 160 pessoas. O município será responsável por seu custeio, programação oferecida – reunião socioeducativa, eventos, atividades comunitárias, palestras e oficinas – além da seleção dos beneficiários.

“A legislação brasileira reconhece a Família como espaço ideal e privilegiado para o desenvolvimento integral dos indivíduos, mas muitas delas ainda encontram dificuldades para proteger e educar seus filhos. Por isso, é fundamental o incentivo a implantação de novos Centros de Convivência para Crianças, Adolescentes e Jovens”, completa Hamam.

A Secretaria de Desenvolvimento Social tem avançado na consolidação das políticas públicas descentralizadas, direcionadas à construção de uma rede de proteção social, visando a implementação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e à redução de vulnerabilidades e desigualdades sociais.


Renata Gobatti
Fotos: Luiz V. Pereira


fonte: http://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/lenoticia.php?id=2288

Morre pioneira da Causa do Autismo


 
 
 
 
 
Lorna Wing, médica psiquiatra britânica, faleceu aos 85 anos, em 6 de junho de 2014. Pioneira no campo dos transtornos do desenvolvimento da infância, Lorna Wing contribuiu para a compreensão do autismo no mundo. Criou o conceito de espectro do Autismo, introduziu o termo Síndrome de Asperger e especificou critérios diagnósticos. Mãe de Susie, jovem autista, que morreu em 2009, aos 49 anos. Lorna Wing foi,ainda, grande defensora dos direitos humanos das pessoas com autismo e de suas famílias , à frente da Sociedade Nacional de Autistas (NAS) no Reino Unido.
Em 2009, Lorna e seu marido e parceiro, o também psiquiatra, John Wing doaram o cérebro de Susie, sua filha morta, para estudos sobre o autismo. Também doaram seus próprios cérebros para a ciência. A morte de Lorna assim como a sua vida são dedicadas à compreensão do autismo.

II Seminário - autismo - intervenção da equipe multidisciplinar


Cadastro inclusão - SP





Se você possui alguma deficiência ou tem mobilidade reduzida e mora na cidade de São Paulo, acesse o #CadastroInclusão (www.cadastroinclusao.sp.gov.br) e responda as perguntas.

É simples e rápido! Suas respostas serão fundamentais para que a Prefeitura de São Paulo desenvolva e aperfeiçoe ações e programas para melhorar a sua qualidade de vida.

Caso conheça alguém nestas condições, compartilhe essa informação.

Apreciação on-line

 











O Rijksmuseum, um dos maiores museus da Europa, dedicado à artes e história, disponibilizou para apreciação on-line ou download gratuito, parte de seu gigantesco acervo. São aproximadamente 155 mil obras. Confira: http://bit.ly/1mlgMlx

11o. Congresso Brasileiro de Arteterapia em Espírito Santo - Guarapari





 

 Aviso Importante



http://www.congressodearteterapia.com.br/


Como o autismo ajudou Messi a se tornar o melhor do mundo


Os sintomas da Síndrome de Asperger trabalharam a seu favor.

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Messi é autista. Ele foi diagnosticado aos 8 anos de idade, ainda na Argentina, com a Síndrome de Asperger, conhecida como uma forma branda de autismo. Ainda que o diagnóstico do atleta tenha sido pouco divulgado e questionado, como uma maneira de protegê-lo, o fato é que seu comportamento dentro e fora de campo são reveladores.
Ter síndrome de Asperger não é nenhum demérito. São pessoas, em geral do sexo masculino, que apresentam dificuldades de socialização, atos motores repetitivos e interesses muito estranhos. Popularmente, a síndrome é conhecida como uma fábrica de gênios. É o caso de Messi.
É possível identificar, pela experiência, como o autismo revela-se no seu comportamento em campo — nas jogadas, nos dribles, na movimentação, no chute. “Autistas estão sempre procurando adotar um padrão e repeti-lo exaustivamente”, diz Nilton Vitulli, pai de um portador da síndrome de Asperger e membro atuante da ong Autismo e Realidade e da rede social Cidadão Saúde, que reúne pais e familiares de “aspergianos”.
“O Messi sempre faz os mesmos movimentos: quase sempre cai pela direita, dribla da mesma forma e frequentemente faz aquele gol de cavadinha, típico dele”, diz Vitulli, que jogou futebol e quase se profissionalizou. E explica que, graças à memória descomunal que os autistas têm, Messi provavelmente deve conhecer todos os movimentos que podem ocorrer, por exemplo, na hora de finalizar em gol. “É como se ele previsse os movimentos do goleiro. Ele apenas repete um padrão conhecido. Quando ele entra na área, já sabe que vai fazer o gol. E comemora, com aquela sorriso típico de autista, de quem cumpriu sua missão e está  aliviado”.
A qualidade do chute, extraordinária em Messi, e a habilidade de manter a bola grudada no pé, mesmo em alta velocidade, são provavelmente, segundo Vitulli, também padrões de repetição, aliados, claro, à grande habilidade do jogador. Ele compara o comportamento de Messi a um célebre surfista havaiano, Clay Marzo, também diagnosticado com a síndrome de Asperger. “É um surfista extraordinário. E é possível perceber características de autista quando ele está numa onda. Assim, como o Messi, ele é perfeito, como se ele soubesse exatamente o comportamento da onda e apenas repetisse um padrão”. Mas autistas, segundo Vitulli, não são criativos, apenas repetem o que sabem fazer. “Cristiano Ronaldo e Neymar criam muito mais. Mas também erram mais”, diz ele.
Autistas podem ser capazes de feitos impressionantes — e o filme Rain Man, feito em 1988, ilustra isso. Hoje já se sabe, por exemplo, que os físicos Newton e Einstein tinham alguma forma de autismo, assim como Bill Gates.
Também fora de campo, seu comportamento é revelador. Quem já não reparou nas dificuldades de comunicação do jogador, denunciadas em entrevistas coletivas e até em comerciais protagonizados por ele? Ou no seu comportamento arredio em relação a eventos sociais? Para Giselle Zambiazzi, presidente da AMA Brusque, (Associação de Pais, Amigos e Profissionais dos Autistas de Brusque e Região, em Santa Catarina), e mãe de um menino de 10 anos diagnosticado com síndrome de Asperger, foi uma revelação observar certas atitudes de Messi.
“A começar pelas entrevistas: é  visível o quanto aquele ambiente o incomoda. Aquele ar “perdido”, louco pra fugir dali. A coçadinha na cabeça, as mãos, o olhar que nunca olha de fato. Um autista tem dificuldade em lidar com esse bombardeio de informações do mundo externo”, diz Giselle. Segundo ela, é possível perceber o alto grau de concentração de Messi: “ele sabe exatamente o que quer e tem a mesma objetividade que vejo em meu filho”.
Giselle observou algumas jogadas do argentino e também não teve dúvidas:  “o olhar que ‘não olha’ é o mesmo que vejo em todos. Em uma jogada, ele foi levando a bola até estar frente a frente com um adversário. Era o momento de encará-lo. Ele levantou a cabeça, mas, o olhar desviou. Ou seja, não houve comunicação. Ele simplesmente se manteve no seu traçado, no seu objetivo, foi lá e fez o gol. Sem mais”.
Segundo Giselle, Messi tem o reconhecido talento de transformar em algo simples o que para todos é grandioso e não vê muito sentido em fama, dinheiro, mulheres, badalação. “Simplesmente faz o que mais sabe e faz bem. O resto seria uma consequência. Outra aspecto que se assemelha muito a meu filho”.
Outra característica dos autistas, segundo ela, é ficarem extremamente frustrados quando perdem, são muito exigentes. “Tudo tem que sair exatamente como se propuseram a fazer, caso contrário, é crise na certa. E normalmente dominam um assunto específico. Ou seja, se Messi é autista e resolveu jogar futebol, a possibilidade de ser o melhor do mundo seria mesmo muito grande”, diz ela.
A ideia de uma das maiores celebridades do mundo ser um autista não surpreende, mas encanta. Messi nunca será uma celebridade convencional. Segundo Giselle, ele simplesmente será sempre um profissional que executa a sua profissão da melhor forma que consegue — mas arredio às badalações, às entrevistas e aos eventos.  “Ele precisa e quer que sua condição seja respeitada. Nunca vai se acostumar com o assédio. Sempre terá poucos amigos. E dificilmente saberá o que fazer diante de um batalhão de fotógrafos e fãs gritando ao seu redor. De qualquer modo, certamente a sua contribuição para o mundo será inesquecível”, diz ela.

Sebastião e o mundão - RAP criativo dos técnicos do MSE São Luiz


Rap feito pela Equipe MSE São Luiz no grupo de Arteterapia conduzido pela MusiCriArte


Sebastião e o mundão

Era uma vez um menino chamado Sebastião,
Ele estava tão perdido, perdido no mundão.
Não sabia para onde ia,
Nem o que queria,
E nem o que faria.
A vida lhe batia, mas ele aguentava firme.
Mas um dia não aguentou, ele entrou pro crime.
Droga, morte e solidão o que chamaram a atenção
De pessoas solidárias que queria lhe dar a mão.
O primeiro foi o Turbilhão,
Que mesmo em sua confusão,
Auxiliou em achar uma solução.
O jovem Sebastião não entendia o que lhe dizia,
Ficava mais confuso, mas sair dessa vida ele queria.
Então surgiu a She-Ra, a super heroína,
Com a sua força o tirou da cocaína.
Guerreira e poderosa,
contou com a ajuda da Júlia Medrosa.
Então Sebastião começou a ir pra escola após muita prosa.
Sebastião ainda estava meio perdidão,
Quando apareceu Renata e lhe mostrou determinação.
Alegria, força e esperança ele redescobriu,
Pois é o que precisa toda criança no Brasil!
Tião, Tião, Tião! Saiu do mundão!
Tião, Tião, Tião! Saiu do mundão!
Tião, Tião, Tião! Saiu do mundão!
Muita paz e amor no coração!