quinta-feira, 30 de maio de 2013

III Seminário em Comemoração ao Dia Municipal de Luta pela Educação Inclusiva


VI Festival de Inverno da MOOCA


Somente até dia 02 de junho

             Exposição sobre os 50 anos da Mônica acontece no MuBE
Museu receberá mostra que exibe toda a história da personagem criada            
                             por Mauricio de Sousa há 50 anos

No dia 5 de maio a exposição Mônica 50 Anos será aberta ao público no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura. A mostra retrata ludicamente, em mais de 680m², o cinquentenário da personagem Mônica, criada pelo desenhista Mauricio de Sousa há exatos 50 anos. A exposição ficará em cartaz até o dia 02 de junho, de terça a domingo, das 10h às 19h, com entrada gratuita. 
Por meio de objetos históricos, publicações editoriais, desenhos animados e instalações, o público visitante mergulhará década a década na história da baixinha dentuça mais famosa dos quadrinhos nacionais. Desde 1963, ano de sua primeira aparição, Mônica conquistou o Brasil e foi destaque internacional no mundo dos quadrinhos.
Da década de 60 à atualidade, farão parte da mostra o original da primeira tira da Mônica, o terceiro coelho de pelúcia pertencente à Mônica Sousa – filha do Mauricio de Sousa e musa inspiradora da personagem; as diversas bonecas da Mônica que marcaram época; os filmes de grande sucesso da década de 80; os games da década de 90 e muitas outras surpresas. Uma exposição lúdica com interações e diversão para crianças e adultos!
“É emocionante ver, em retrospectiva, a presença da Mônica em cada década, desde a sua criação. Fica notória a importância da personagem para a cultura de cada período e é surpreendente ver como ela sempre foi amada pelos brasileiros, desde os anos 60 até hoje”, aponta Mauricio de Sousa.
A mostra tem curadoria de Jacqueline Mouradian e foi desenvolvida pela equipe da Mauricio de Sousa Produções. A exposição fica em cartaz até o dia 02 de junho e em seguida será remodelada para outros espaços.
Serviço
Mônica 50 Anos
Local: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura - Av. Europa, 218 – São Paulo – SP 
Período: 05 de maio a 02 de junho de 2013
Horário de funcionamento: terça a domingo das 10h às 19h
Entrada:gratuita
Visitas monitoradas: agendamento pelo telefone (11) 2594-2601
Acessibilidade: Sim, para portadores de necessidades especiais de mobilidade

Sobre Mauricio de Sousa Produções
A MSP é a empresa responsável pela produção de histórias em quadrinhos, desenhos animados, criação e desenvolvimento de personagens, licenciamento de produtos e todos os projetos relacionados com as figuras da Turma da Mônica e demais personagens de Mauricio de Sousa. Possui o quarto maior estúdio do setor no mundo e, em sua trajetória, que já dura mais de 50 anos, conquistou aproximadamente 86% do mercado brasileiro na área de quadrinhos infanto-juvenis, nas bancas. Nas livrarias, seus números também são significativos, com uma média de um milhão de exemplares vendidos ao ano. No licenciamento, é a empresa número um do Brasil e trabalha com cerca de 100 empresas nacionais e internacionais, que utilizam seus personagens em aproximadamente 2.500 produtos. 

Sobre Mauricio de Sousa
Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo) escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970 lançou a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. O autor já alcançou o extraordinário número de um bilhão de revistas publicadas. Suas criações chegam a cerca de 30 países.

Informações à imprensa:

Jal Comunicação
José Alberto Lovetro – (11) 99614-1623 e (11) 98107-6197 
jal.comunicacao@gmail.com 

Way Comunicações
Bete Faria Nicastro – (11) 3862-1586 e (11) 99659-2111 
bete@waycomunicacoes.com.br 
             Exposição sobre os 50 anos da Mônica acontece no MuBE
Museu receberá mostra que exibe toda a história da personagem criada            
                             por Mauricio de Sousa há 50 anos
No dia 5 de maio a exposição Mônica 50 Anos será aberta ao público no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura. A mostra retrata ludicamente, em mais de 680m², o cinquentenário da personagem Mônica, criada pelo desenhista Mauricio de Sousa há exatos 50 anos. A exposição ficará em cartaz até o dia 02 de junho, de terça a domingo, das 10h às 19h, com entrada gratuita.
Por meio de objetos históricos, publicações editoriais, desenhos animados e instalações, o público visitante mergulhará década a década na história da baixinha dentuça mais famosa dos quadrinhos nacionais. Desde 1963, ano de sua primeira aparição, Mônica conquistou o Brasil e foi destaque internacional no mundo dos quadrinhos.
Da década de 60 à atualidade, farão parte da mostra o original da primeira tira da Mônica, o terceiro coelho de pelúcia pertencente à Mônica Sousa – filha do Mauricio de Sousa e musa inspiradora da personagem; as diversas bonecas da Mônica que marcaram época; os filmes de grande sucesso da década de 80; os games da década de 90 e muitas outras surpresas. Uma exposição lúdica com interações e diversão para crianças e adultos!
“É emocionante ver, em retrospectiva, a presença da Mônica em cada década, desde a sua criação. Fica notória a importância da personagem para a cultura de cada período e é surpreendente ver como ela sempre foi amada pelos brasileiros, desde os anos 60 até hoje”, aponta Mauricio de Sousa.
A mostra tem curadoria de Jacqueline Mouradian e foi desenvolvida pela equipe da Mauricio de Sousa Produções. A exposição fica em cartaz até o dia 02 de junho e em seguida será remodelada para outros espaços.
Serviço
Mônica 50 Anos
Local: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura - Av. Europa, 218 – São Paulo – SP
Período: 05 de maio a 02 de junho de 2013
Horário de funcionamento: terça a domingo das 10h às 19h
Entrada:gratuita
Visitas monitoradas: agendamento pelo telefone (11) 2594-2601
Acessibilidade: Sim, para portadores de necessidades especiais de mobilidade
Sobre Mauricio de Sousa Produções
A MSP é a empresa responsável pela produção de histórias em quadrinhos, desenhos animados, criação e desenvolvimento de personagens, licenciamento de produtos e todos os projetos relacionados com as figuras da Turma da Mônica e demais personagens de Mauricio de Sousa. Possui o quarto maior estúdio do setor no mundo e, em sua trajetória, que já dura mais de 50 anos, conquistou aproximadamente 86% do mercado brasileiro na área de quadrinhos infanto-juvenis, nas bancas. Nas livrarias, seus números também são significativos, com uma média de um milhão de exemplares vendidos ao ano. No licenciamento, é a empresa número um do Brasil e trabalha com cerca de 100 empresas nacionais e internacionais, que utilizam seus personagens em aproximadamente 2.500 produtos.
Sobre Mauricio de Sousa
Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo) escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970 lançou a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. O autor já alcançou o extraordinário número de um bilhão de revistas publicadas. Suas criações chegam a cerca de 30 países.
Informações à imprensa:
Jal Comunicação
José Alberto Lovetro – (11) 99614-1623 e (11) 98107-6197
jal.comunicacao@gmail.com
Way Comunicações
Bete Faria Nicastro – (11) 3862-1586 e (11) 99659-2111
bete@waycomunicacoes.com.br

terça-feira, 28 de maio de 2013

Asociacion Argentina de Arteterapia


Simpósio de Arte-Educação no RJ


Creche municipal tem ioga e massagem para crianças na zona norte de SP



Ao som de mantras, a professora fecha as cortinas e reduz a iluminação dentro da sala. No chão, eles relaxam em colchonetes dispostos um ao lado do outro. Poderia ser uma aula de ioga em qualquer estúdio especializado, mas os alunos têm cerca de 3 anos e a prática acontece em uma creche conveniada à rede municipal de ensino de São Paulo.

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Creche municipal de SP tem aula de ioga e massagem para bebês 

Turma de alunos do CEI (Centro de Educação Infantil) Lar de Crianças Ananda Marga durante a aula de ioga, que acontece uma vez por semana. A prática faz parte de uma série de atividades que buscam desenvolver aspectos físicos e emocionais. A creche fica no Jardim Peri, zona norte de São Paulo, e atende 111 crianças de zero a 3 anos Leonardo Soares/UOL
O CEI (Centro de Educação Infantil) Lar de Crianças Ananda Marga, administrado pela ONG Amurt-Amurtel, está localizada no Jardim Peri, zona norte de SP, em uma área cercada por favelas. "Vemos muitos casos de violência doméstica e de pais que estão presos, então a creche precisa ser um espaço de acolhimento para essas crianças", afirma a diretora Silvia Helena de Oliveira.
Para se adaptar aos pequenos iogues, as duas professoras contam histórias para ensinar as posturas para a turma de oito alunos.  A aula começa com um "passeio na nuvem", em seguida, o grupo faz a saudação ao sol (uma das sequencias mais conhecidas da ioga), passa para uma série de posturas e, então, fecha os olhos para o relaxamento.
Em uma das últimas etapas da aula, as crianças fazem massagens no rosto, nos braços e nos pés dos colegas. A prática, realizada uma vez por semana em cada turma, é utilizada para desenvolver a parte física e emocional dos alunos.
"O objetivo é estimular a criatividade, a autoestima, o desenvolvimento do caráter dessas crianças", explica Didi Ananda Jaya, coordenadora de projetos da Amurt-Amurtel em São Paulo. A ONG adota a filosofia neo-humanista, que, segundo a instituição, busca a transformação do indivíduo em um ser mais saudável, solidário, ativo, compassivo e consciente do seu papel na sociedade.

A hora do toque

Enquanto os mais velhos praticam ioga, o berçário é preparado para a shantala, uma massagem indiana para bebês. A iluminação é reduzida e as professoras ficam em silêncio: a aula será apenas pelo toque, e a sala é invadida pelo cheiro do óleo de essência lavanda.
O bebê deita sobre as pernas da professora, que tira a sua roupa e começa a massagem. No início agitado, ele vai aos poucos relaxando e sente o toque nos braços, em cada um dos dedos das mãos, nas pernas, nos pés, nas costas... E então começa a dormir.
Todas as crianças do berçário recebem a massagem uma vez por semana. A ideia, dizem os professores, é fazer com que se sintam acolhidos na sala de aula e tenham um momento de carinho no ambiente em que ficam durante boa parte do dia. A técnica também é ensinada para as mães.
"Até os 3 anos, eles estão começando a viver a sua personalidade, as relações interpessoais, as relações familiares, então é importante que encontrem acolhimento no ambiente escolar para brincar, cantar, correr, pular e para todos os tipos de expressão", afirma a professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da USP, Maria Letícia Nascimento.

Boas-vindas

No início de cada aula, eles se reúnem para o "círculo do amor", um momento "zen" de boas-vindas antes do café da manhã. Eles cantam, batem palmas, fazem saudações ao sol, à natureza e agradecem pela presença dos colegas. Nas paredes da sala, estão desenhos, fotos e atividades sobre família, a casa e o bairro em que os alunos moram.
A unidade atende 111 crianças com até 3 anos e 11 meses, que ficam na creche em período integral. São, em média, 45 vagas abertas por ano na unidade e é a prefeitura quem faz distribuição delas.
"O ideal seria que em todas as creches as crianças tivessem a oportunidade de se expressar, de falar da família, da sua casa e do que fez no final de semana", diz a professora da USP, que é especialista em educação infantil.
Além das práticas, a alimentação no CEI Ananda Marga é vegetariana, repleta de frutas e verduras, e feita sob a orientação de um nutricionista da ONG e outro profissional da Prefeitura de São Paulo.
Outras três creches administradas pela ONG pertencem à rede municipal de ensino e adotam a mesma linha pedagógica. Elas funcionam na zona norte e na zona sul de São Paulo.
Em abril deste ano, cerca de 110 mil crianças esperavam por uma vaga em creches da cidade.

fonte:  http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/05/09/creche-municipal-de-ioga-e-massagem-na-zona-norte-de-sao-paulo.htm

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Oficina: Arteterapia e TEA - Transtorno do Espectro Autista

Evento 10 Anos de Arteterapia da FAMOSP , no dia 25 de maio de 2013, sábado,  das 9h00 às 17h00 e particularmente a  oficina: Arteterapia e TEA - Transtorno do Espectro Autista, das 15h30 às 17h00 na Faculdade Mozarteum - FAMOSP.
 
Local: R. Nova dos Portugueses, 365 - Santa Terezinha - Zona Norte - São Paulo
 
Arteterapia e TEA – Transtorno do Espectro Autista
Crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista apresentam comprometimentos com intensidade e severidade variáveis na interação social, na comunicação e na imaginação. Esta oficina apresenta alguns recursos artísticos e musicais, focando o aspecto sensório-motor, que propiciam a liberação de energia por meio da ação e do movimento. Essa vivência arteterapêutica, aplicada a alunos/pacientes com TEA, proporciona uma intensificação de contato, bem como uma melhora na comunicação e expressividade dos mesmos. 

Marcieli Santos: Mestranda em Saúde, Interdisciplinaridade e Reabilitação – UNICAMP; Especialista em Arteterapia - Instituto Sedes Sapientiae e em Arte-Reabilitação – AACD; Pós-Graduada em Marketing –ESPM; Bacharel em Comunicação Social – FAAP; Diretora da MusiCriArte; Trabalhou como Arteterapeuta da  ABADS (Sociedade Pestalozzi de São Paulo); Professora de “Música e Dança” da Pós-Graduação em Arteterapia  da FAMOSP; Pianista e compositora.


Programa do encontro:
10 anos de Arteterapia na FAMOSP

Inscreva-se no site da FAMOSP até o dia 24/05.
Será cobrada uma taxa de R$5.00 para os materiais a serem usados nas oficinas
O pagamento da taxa de inscrição poderá ser feito através de depósito em conta corrente ou na própria instituição.
Dados para o depósito da taxa:Unimozarteum
CNPJ: 17.492.287/0001-17
Banco Itaú, Ag: 9366, C/C: 01402-6
Após feito o depósito, é necessário enviar o comprovante por fax (11) 2236-0788,
ou por e-mail para atendimento@mozarteum.br para a finalização da inscrição.
Envie por e.mail a sua opção de mesa temática e oficina.

http://www.mozarteum.br/famosp08/web/new_site/web/eventos.asp

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Evento 10 Anos de Arteterapia da FAMOSP

Gostaria de convidá-los para o Evento 10 Anos de Arteterapia da FAMOSP , no dia 25 de maio de 2013, sábado,  das 9h00 às 17h00 e particularmente a  oficina: Arteterapia e TEA - Transtorno do Espectro Autista, das 15h30 às 17h00 na Faculdade Mozarteum - FAMOSP.
 
Local: R. Nova dos Portugueses, 365 - Santa Terezinha - Zona Norte - São Paulo
 
Arteterapia e TEA – Transtorno do Espectro Autista
Crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista apresentam comprometimentos com intensidade e severidade variáveis na interação social, na comunicação e na imaginação. Esta oficina apresenta alguns recursos artísticos e musicais, focando o aspecto sensório-motor, que propiciam a liberação de energia por meio da ação e do movimento. Essa vivência arteterapêutica, aplicada a alunos/pacientes com TEA, proporciona uma intensificação de contato, bem como uma melhora na comunicação e expressividade dos mesmos. 

Marcieli Santos: Mestranda em Saúde, Interdisciplinaridade e Reabilitação – UNICAMP; Especialista em Arteterapia - Instituto Sedes Sapientiae e em Arte-Reabilitação – AACD; Pós-Graduada em Marketing –ESPM; Bacharel em Comunicação Social – FAAP; Diretora da MusiCriArte; Trabalhou como Arteterapeuta da  ABADS (Sociedade Pestalozzi de São Paulo); Professora de “Música e Dança” da Pós-Graduação em Arteterapia  da FAMOSP; Pianista e compositora.

 
Programa do encontro:
10 anos de Arteterapia na FAMOSP

Inscreva-se no site da FAMOSP até o dia 18/05.
Será cobrada uma taxa de R$5.00 para os materiais a serem usados nas oficinas
O pagamento da taxa de inscrição poderá ser feito através de depósito em conta corrente ou na própria instituição.
Dados para o depósito da taxa:Unimozarteum
CNPJ: 17.492.287/0001-17
Banco Itaú, Ag: 9366, C/C: 01402-6
Após feito o depósito, é necessário enviar o comprovante por fax (11) 2236-0788,
ou por e-mail para atendimento@mozarteum.br para a finalização da inscrição.
Envie por e.mail a sua opção de mesa temática e oficina.


9: 00 - ABERTURA: Percurso da Arteterapia na FAMOSP e Atualidades da Arteterapia em São Paulo e no Brasil
Dilaina Paula dos Santos e Maria Angela Gaspari
9:45 - MESAS TEMÁTICAS SIMULTÂNEAS: 
Olhares para a Saúde física e mental
Arte no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio):Regina Fiorezzi Chiesa
Psicopatologia simbólico-arquetípica e o Mundo atual:Paola Vieitas Vergueiro
Mediadora: Ancila Rei Rodrigues

Arte-educação e suas interfaces
Arteterapia e arte-educação - Percepção visual:Claudia Colagrande  
Interfaces na cuidadosa atenção  à qualidade do contato indivíduo-meio: Selma Ciornai
Mediadora: Daniela Andreoli 

11:15 – CAFÉ
11:30 - MESAS TEMÁTICAS SIMULTÂNEAS:
A arte como veículo de Inclusão
O teatro na construção do mundo da inclusão: Ana Alice Francisquetti:
Resgate da Identidade de mulheres Saíras:Vera Maria Teresinha R. e Ana Carmen F. Nogueira
Mediadora: Valéria Cavallari

Expressões em Arteterapia
O desenho infantil: Nancy Rabello
Arteterapia e Música:  Ana Maria Caramujo Pires de Campos
Mediadora: Rita Maria M. L. Boaretto

13: 00 - ALMOÇO
14: 00 EXPOSIÇÃO: CORPOS PINTADOS E PERFORMANCE: ESCULTURAS HUMANAS  
Realizada pelos alunos do curso e dirigida pelo professor Jorge Didaco Martins

14: 20 - DEPOIMENTOS DE EX. ALUNOS:
Saúde Mental e Arteterapia: Interfaces Possíveis: Valéria Cavallari
Mosaico como recurso arte terapêutico na saúde mental: Maria Claudia Scaffidi
Estresse e Arteterapia: Ana Lucia Hernandes
Projeto Jogos e desafios – semeadores de conhecimentos:Márcia Ivone Andrade Oliveira
Arteterapia no tratamento da dependência química: Regina Célia de Camargo Hein
Arteterapia e a consultoria de imagem e estilo: Bonna Graziella Straccialini
Mediadoras: Maria Silvia E. Farina e Mariza Missako Sakamoto

15: 30 - OFICINAS SIMULÂNEAS:
O jogo Quatro Cores como instrumento psicopedagógico e arteterapêutico: Andreia Silva Pinto e Márcia Ivone A. Oliveira
Arteterapia e TEA – Transtorno do Espectro Autista: Marcieli Santos
Eu, Caçador de Mim (recorte e colagem): Ana Lúcia Sbragia e Ana Lucia Hernandes
Descobrindo a magia das tramas e texturas: Vera Lúcia P.C. de Castro
O desenho espontâneo no diálogo com o impulso: Mariza Missako Sakamoto

17: 00 - ENCERRAMENTO


Ana Alice Francisquetti: Artista plástica, arteterapêuta do Instituto Sedes Sapientiae. Fundadora da Arte- Reabilitação no Brasil e na AACD. Especialista no atendimento de portadores de doenças neurológicas. Organizou e é co-autora dos livros: Arte Medicina e Arte Reabilitação.
Ana Carmen Franco Nogueira: Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie. Graduação em Artes Plásticas (FAAP). Pós-graduação Lato-sensu em Educação Especial com aprofundamento na área de deficiência visual. UNICID. Pós-graduação Lato-sensu em Arteterapia, UNIFIEO. Prêmio Rumos Educação, Cultura e Arte do Cultural Itaú, com o trabalho “Lygia Clark e o Concretismo para Deficientes Visuais”. Autora de artigos publicados em livros.
Ana Maria Caramujo Pires de Campos: Psicóloga Clinica e Musicoterapeuta; Docente na FMU; Professora Convidada no Curso de Especialização da Associação Junguiana do Brasil e nos Cursos de Especialização em Psicoterapia Junguiana, Recursos Corporais e Artísticos — UNIP e em Arteterapia — Unicamp — FAMOSP  — IMPF; Mestre em Ciências Médicas: Unicamp; Magister no Modelo Benenzon: Buenos Aires; Especialista em Musicoterapia   e em Psicoterapia Junguiana coligada à abordagem corporal
Ana Lucia de Paula Fonseca Sbragia: Pedagoga, Psicopedagoga clínica. Arteterapeuta pela FAMOSP. Atua como facilitadora em atendimento arteterapêutico de mulheres, individualmente ou em grupo, em seu Ateliê. Realiza Oficinas e Workshops. Cursando Arteterapia Gestáltica, no Instituto de Gestalt-Terapia de São Paulo.
Ana Lucia Hernandes Soares: Funcionária Pública do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Arteterapeuta pela FAMOSP, Artista Plástica. Concluiu o curso de extensão em Bem Estar e Qualidade de Vida Organizacional pela PUC-SP em parceria com a ABQV (Associação Brasileira em Bem Estar e Qualidade de Vida). Pós graduanda em Psicoterapia Junguiana na UNIP. Docente do curso de Psicopedagogia da Faculdade Paschoal Dantas. Ministra palestras sobre estresse e arteterapia.
Ancila Dei Rodrigues: Graduada em Psicologia, Pós Graduada em Psicanálise, Educação Ambiental( Fac. Pública da USP) e em psicanálise de grupo -  Instituto Pichon Rivière e Universidade de S.Paulo - Abordagem Rene Kaess. Curso no Exterior - Canadá - Educação Ambiental. Realizou treinamentos Empresariais bem como trabalhos com a equipe técnica de EMEIs da Prefeitura Municipal de S.P. Docente de cursos de Pós Graduação da FAMOSP e da UNINOVE.
Andreia Silva Pinto: Pedagoga com Habilitação em Deficiência Mental, Psicopedagoga com Formação em PEI e Arteterapia. Educadora, psicopedagoga clínica e especialista em jogos. Ministra cursos e oficinas para professores e psicopedagogos.
Claudia Colagrande: Formada em Artes Plásticas com Pós Graduação em História da Arte, Arteterapia - Sedes Sapientiae (1996); Arte Contemporânea- USP (2001); Aquarela- MAC USP (1998) e Psicologia Transpessoal- DEP (2003). Artista Plástica- exposições desde 1987. Mestranda em Artes Visuais- UNICAMP. Livro publicado- Arteterapia na Pratica, Diálogos com a arte-educação. WAK- 2010.
Daniela Andreoli Graduada em Pedagogia com Pós graduação em Psicopedagogia: PUC com aperfeiçoamento na Teoria Winnicottiana do Amadurecimento e Aprofundamento dos Conceitos Fundamentais da Psicologia Analítica de C.G. Jung. Especialista em História da Arte: OPA – Organização Paulista de Arte. Professora de Nível Superior na FAMOSP.
Dilaina Paula dos Santos:
Graduada em Artes Plásticas e Pedagogia, Psicopedagoga clínica e titular pela ABPp com especialização em Arteterapia pelo Sedes Sapientiae; Mestre em Artes pela UNESP; Docente de cursos de Graduação e Pós graduação, coordenadora do curso de Arteterapia da FAMOSP; Autora do livro: Psicopedagogia dos fantoches
Jorge Rubens Didaco Martins: Mestre em teatro educação ECA-USP. Ator ECA-USP. Docente da graduação e Pós graduação da FAMOSP
Márcia Ivone Andrade Oliveira: Pedagoga, Arteterapeuta pela FAMOSP e Gestora de Projetos com Jogos. Mediadora em workshops/oficinas ministrada por pessoas deficientes.
Marcieli Santos: Mestranda em Saúde, Interdisciplinaridade e Reabilitação – UNICAMP; Especialista em Arteterapia - Instituto Sedes Sapientiae e em Arte-Reabilitação – AACD; Pós-Graduada em Marketing –ESPM; Bacharel em Comunicação Social – FAAP; Diretora da MusiCriArte; Trabalhou como Arteterapeuta da  ABADS (Sociedade Pestalozzi de São Paulo); Professora de “Música e Dança” da Pós-Graduação em Arteterapia  da FAMOSP; Pianista e compositora.
Maria Angela Gaspari: Graduação em Fonoaudiologia UNIFESP (1984-1985): Mestrado em Educação Especial. BOSTON UNIVERSITY. Arteterapeuta: ALQUIMY ART. Professora e co-coordenadora do curso de Arteterapia da FAMOSP
Maria Claudia Scaffidi: Pós graduação em Arteterapia pela FAMOSP. Graduação em Pedagogia com habilitação em Deficientes intelectuais e Orientação Educacional pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua em Atelier de Arteterapia em Hospital Psiquiátrico
Maria Silvia Farina:  
Mestre em Estética e História da Arte pela USP, Arte terapeuta, arte educadora, artista plástica, fotografa, ceramista   e escultora. Professora de História da Arte,critica de arte e curadora de exposições de arte. Professora da Pós Graduação da FAMOSP.
Mariza Missako Sakamoto: Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Graduada em Pedagogia e Artes Plásticas pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Bacharel em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Docente dos cursos de Artes Visuais e Pedagogia e pós-graduação em Arteterapia da Famosp. Ministra oficinas e palestras em Fóruns e Simpósios sobre arte e ensino.
Nancy Rabello: Pedagoga: PUC de São Paulo, Psicopedagoga e  Arteterapeuta: FAMOSP. Mestre em Arte, Educação e História da Cultura.Ministra cursos sobre arteterapia em faculdades e desenvolve cursos on line  sobre as artes na escola. Voluntaria no trabalho com mulheres mães de portadores de necessidades especiais, nas oficinas de arteterapia. Autora do livro: O desenho Infantil
Paola Vieitas Vergueiro: Paola psicoterapeuta, arteterapeuta, professora e supervisora. Publica trabalhos com enfoque junguiano. Formada em psicologia pela PUC-SP, mestre em Distúrbios do Desenvolvimento (Mackenzie), especialista na abordagem junguiana (COGEAE), doutora na mesma abordagem (PUC-SP) e analista em formação (IJUSP). 
Regina Fiorezzi Chiesa
Arteterapeuta, Arte –Educadora, Mestre em distúrbios do desenvolvimento, Especialização em psico-oncologia e formação na dinâmica energética do psiquismo (DEP). Ministra vários cursos em seu ateliê terapêutico além dos atendimentos individuais. Trabalha também no Cora (centro oncológico de recuperação e apoio). Autora do Livro: O Diálogo Com o Barro - o Encontro Com o Criativo
Regina Célia de Camargo Hein
Bacharel em Comunicação Social - Especialização em Arteterapia – FAMOSP. Pós-graduanda em Saúde Mental - Faculdade de Medicina do ABC. Arteterapeuta do Caps-Ad de São Bernardo do Campo - Instrutora de Artes e de Oficinas de Artes Plásticas para adultos e crianças Terceira Idade. Ilustradora de livros didáticos
Selma Ciornai: Doutora em Psicologia Clinica, Mestre em Arteterapia pela Universidade da Califórnia , e psicoterapeuta de orientação Gestáltica  formada pelo Instituto Gestalt de São Francisco (EUA). Fundadora, docente e coordenadora acadêmica do Departamento de Arteterapia do Instituto Sedes Sapientiae, SP , e co-fundadora  e docente do Instituto de Gestalt de São Paulo.  Arteterapeuta credenciada (ATR) pela (AATA) Associação Americana de Arteterapia . Membro Honorário da UBAAT  e da (SPAT)  Sociedade Portuguesa de Arteterapia ). Autora e organizadora dos 3 livros da série " Percursos em Arteterapia"  e do livro " Da Contracultura à Menopausa: Vivências e Mitos da Passagem"
Rita Maria M. L. Boaretto: Licenciada em Letras. Pós graduada em Psicopedagogia pela PUC-SP e Mestre em Educação pela USP. Professora da FAMOSP. Iniciou o curso de Pós graduação em Arteterapia da FAMOSP 
Valéria Cavallari
Graduanda em Psicologia, graduada em Artes Plásticas e Odontologia, especialização em Arteterapia, extensão em Psicoterapia Junguiana, Mitologia, Gerontologia, Estimulação Cognitiva e Funcional para Idosos (Alzheimer e TAB) (Instituto de Psiquiatria - H. C.- Faculdade de Medicina – USP). Atua em atelier arteterapêutico, em equipe multidisciplinar, individualmente e em grupos.
Vera Lúcia P.C. de Castro: Graduada em Comunicação Visual, Arterapeuta: Sedes Sapientiae. Docente de faculdade de 3ª idade. Cursando formação em Teoria Organizacional Coaching, Artista Plástica premiada no Circulo Italiano
Vera Maria Teresinha Rossetti Ferretti:
Mestre em Psicologia Clínica pela PUC SP; Pedagoga; Psicóloga Psicopedagoga. Especialista em Arteterapia, Cinesiologia, Psicomotricidade (Ramain), Dinâmica Energética do Psiquismo e Constelação Familiar. Professora e supervisora do Departamento de Psicopedagogia e de Arteterapia do Instituto Sedes SapientiaeSP. Autora de artigos publicados em livros e revistas. Livro: Percursos em Arteterapia, cap. Arteterapia como profilaxia para Atendimento clinico.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Kit Water Baal


Utilizei o ano passado com alunos autistas e o resultado é surpreendente!!!



quarta-feira, 8 de maio de 2013

Oficina Resgate da autoestima e valores humanos do ser educador


Workshop Álbum de Fotografias


“Fotografia é um documento que ganha vida, luminosidade e sentimentos com o olhar da pessoa que interage de alguma forma com ela. É o encontro do passado no presente.”

Proponho um trabalho arteterapeutico com o objetivo de facilitar o diálogo de cada participante com sua história através da fotografia.

Data:
08 de junho de 2013
Horário:
Sábado, das 9:00 às 17:00 horas
Carga horária:
07 horas/aula
Investimento:
R$ 155,00 à vista (depósito bancário) até 29/05/13 ou
Após 29/05/13, R$ 166,00 à vista (depósito bancário) ou
R$ 166,00 em duas parcelas de R$ 83,00 (1ª depósito bancário e 2ª cheque ou cartão)
Público Alvo:
Psicólogos
Observação:
Para este workshop é necessário preparar material.
Entre em contato conosco para mais informações.

Coordenação:
Regina Aparecida dos Santos

Mais informações:
igsp@gestaltsp.com.br
Fones: 11 3842.8939 / 3849.1983

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Deficientes visuais se especializam em avaliar fragrâncias para perfumes


19/04/2013

Curso dura 18 meses e pretende inserir deficientes no mercado de trabalho.
'Sem a visão, prestamos mais atenção nos outros sentidos', explica aluna.

Mariana Palma Do G1, em São Paulo

Bruna (de roxo) se formou no curso junto com Marina (de vermelho) (Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill) 
Bruna (de roxo) se formou junto com Marina
(de vermelho) (Foto: Divulgação/Dorina Nowill)
A paulista Bruna de Freitas Aguilar, de 30 anos, sempre foi apaixonada por perfumes. Deficiente visual desde os 27 anos por causa da diabetes, ela acabou encontrando uma oportunidade de desenvolver seu gosto pelos aromas em um curso de avaliação olfativa na Fundação Dorina Nowill para Cegos, em São Paulo. Sua baixa visão, conta, acabou aumentando sua percepção dos outros sentidos, o que a ajudou muito em sua formação.
“Uma pessoa que enxerga normalmente, ao prestar atenção em algo que não precisa da visão, automaticamente fecha os olhos. É apenas isso que acontece, precisei ficar mais atenta aos outros sentidos”, explica Bruna. Segundo o oftalmologista Emerson Castro, isso acontece por uma necessidade do organismo. “Se a pessoa tem 10% de visão no olho direito e perde os 100% de visão que tem no olho esquerdo, essa porcentagem no direito pode aumentar em até 40%”, exemplifica o médico.
Para o aluno Silvano Brito, de 28 anos, que perdeu a visão por causa de um glaucoma congênito, o deficiente visual tem que usar muito a memória dos sentidos no dia a dia, o que ajuda no curso. “O ser humano é visual para tudo e, se você não tem mais essa percepção, você começa a prestar atenção na voz, no perfume, tudo que pode ajudar a reconhecer a pessoa”, analisa. Silvano lembra que, uma vez, chegou a reconhecer uma mulher pelo perfume. “Ela pegava ônibus comigo e, na primeira vez que ela me ajudou, senti seu perfume. Depois, quando sentia aquele cheiro, sabia que era ela”, lembra.
Silvano sente o cheiro de frutas no Mercado Municipal de São Paulo ao lado de outro aluno do curso (Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill) 
Silvano sente o cheiro de frutas no Mercado
Municipal de São Paulo ao lado de outro aluno do
curso (Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill)
Além de ver no curso uma oportunidade de carreira, ele diz que se especializar em avaliação de perfumes e fragrâncias pode trazer benefícios também para seu bem-estar. “Tem a questão da independência, de se sentir útil por trabalhar, além do lado social que desenvolvemos muito com os outros alunos”, avalia.
Segundo a perfumista e coordenadora Renata Aschar, o curso, iniciado em 2011, tem como objetivo capacitar profissionalmente pessoas cegas e com baixa visão para selecionar e avaliar fragrâncias profissionalmente.
Para participar, são feitas entrevistas com jovens, entre 18 e 28 anos, que já concluíram ou estão concluindo o ensino médio, com independência de mobilidade e autonomia para participar das atividades propostas pelo curso. Na primeira turma, a prioridade da seleção foi para o interesse dos alunos. "Escolhemos pessoas que viam no curso um novo caminho, uma nova profissão”, conta Renata.
O deficiente visual não vê marca e não se influencia por corpos e formas para criticar um cheiro"
Renata Aschar, perfumista e coordenadora do curso
A perfumista acredita que, nesse caso, a deficiência visual é um fator positivo. “O aluno não vê marca e não se influencia por corpos e formas para criticar um cheiro”, avalia. O curso, que dura um ano e meio, está em sua segunda turma - a primeira teve como encerramento uma festa de formatura, com os professores e pais dos alunos.
Junto com Bruna na primeira turma, estava Marina Yonashiro, de 19 anos, que perdeu a visão aos 11 anos por causa de um tumor na região do cerebelo. "A formatura foi muito emocionante. Saber que os professores e meus pais estavam lá de pé me aplaudindo foi muito legal", lembra.

Marina discursa na festa de formatura (Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill)Marina discursa na festa de formatura
(Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill)
A jovem diz que viu no curso uma oportunidade para lidar com a deficiência de um lado bom e favorável para seu trabalho. “Perdi 95% da visão e tive que fazer uma readaptação, fui retomando minha vida gradativamente. Como era criança na época, acho que consegui lidar bem com isso”, lembra.
Atualmente trabalhando na empresa Symrise, de aromas e fragrâncias, a jovem diz que ainda aprende muito sobre a rotina do avaliador olfativo. “Eu não tinha ideia de como era esse mundo de fragrâncias e hoje ajudo em pequenos projetos onde trabalho”, conta.
Também empregada, Bruna diz que o trabalho do avaliador olfativo não é apenas cheirar uma fragrância e dizer se é boa ou não, pois envolve diversas outras áreas. “Um avaliador demora em torno de 5 anos para se especializar. Precisa de muita prática porque ele é a ponte entre o cliente e o perfumista”, diz. Ela conta que trabalha na área de perfumaria fina, que envolve perfumes, sabonetes e loções corporais. “O curso dá uma ótima base, mas a prática mesmo é só quando entra no mercado de trabalho”, afirma.
Alunos criaram perfume chamado 'amor' como trabalho de conclusão do curso (Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill) 
Alunos criaram perfume chamado 'amor' como
trabalho de conclusão do curso
(Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill)
De acordo com a coordenadora Renata, a preocupação com a prática esteve presente desde o começo. “Discutimos com as empresas a grade curricular que montaríamos e o que deveríamos ensinar aos alunos”, lembra. Nos 18 meses de curso, 6 meses são focados para o estágio em alguma dessas empresas. “É aí que eles colocam em prática o que aprenderam e são avaliados também onde trabalham, o que ajuda sempre a melhorar”, avalia.
Para Erika Torriani, coordenadora de Recursos Humanos da empresa Symrise, onde Marina trabalha, a avaliação das alunas do curso é bastante positiva. “A Marina trabalha conosco junto com outra estudante e elas são muito empenhadas, vieram do curso com uma bagagem teórica excelente e isso traz benefícios para nós e para elas”, avalia.
Erika ressalta que, para trabalhar nessa área, é preciso muita dedicação e treinamento, não apenas a formação. “Elas trouxeram interesse e encantamento, e tê-las conosco é muito importante porque são pessoas que gostam do que fazem”, analisa a coordenadora.
No caso do aluno Silvano, que ainda está no meio do curso, a expectativa é muito grande. “Estou adorando porque é um universo totalmente novo. Dura apenas um ano e meio, mas o conhecimento que adquirimos é muito grande, não só sobre perfumaria, mas também sobre química e sobre os óleos que são usados para fazer as essências”, conta. Com a entrevista de estágio agendada para agosto e a formatura prevista para dezembro de 2013, ele se mostra ansioso. “Quero colocar em prática o que estou aprendendo e conhecer o dia a dia da empresa. Fora isso, estou na expectativa de voltar ao mercado de trabalho depois de tanto tempo afastado”, espera.

Evento de formatura encerrou o curso da primeira turma e reuniu professores e familiares (Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill) 
Evento de formatura encerrou o curso da primeira turma e reuniu professores e familiares (Foto: Divulgação/Fundação Dorina Nowill)

Saúde anuncia medidas para atender melhor a pessoas com deficiência


07/05/2013

Pacientes terão maior acesso a reabilitação e novos tipos de equipamentos.
Investimento de R$ 205,2 milhões faz parte do programa Viver Sem Limite.

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (7) uma série de ações voltada para pessoas com deficiência que pode beneficiar 944 mil pacientes por ano. O investimento de R$ 205,2 milhões dá início às atividades do programa Viver Sem Limite, lançado em 2012 pela presidente Dilma Rousseff.
A principal novidade é a inauguração de 29 Centros Especializados de Reabilitação (CER), espalhados em 18 estados do país. Nesses locais, pessoas com deficiência física, visual, auditiva e intelectual terão acesso a tratamentos específicos para suas doenças. Os centros terão, inclusive, transporte para os pacientes com mobilidade mais reduzida.
O Ministério da Saúde promete manter os centros com custeio mensal, para garantir todos os serviços. Além dos 29 entregues nesta leva, outros 22 estão em construção e mais 13 espaços serão transformados em CERs.
Outra medida anunciada foi a inclusão de seis novos tipos de cadeiras de roda entre os objetos disponibilizados na rede pública, além das cadeiras padrão que já existiam. Entre as novidades, que devem estar no SUS em seis meses, estão uma cadeira motorizada, outra adaptada para terrenos acidentados e uma projetada para pacientes com mais de 90 kg.
O Ministério anunciou ainda a inauguração de 18 novas oficinas de órteses e próteses. Essas oficinas, localizadas em vários estados, farão próteses sob medida para cada paciente.
Para as crianças com deficiência auditiva, o SUS passará a ofertar um aparelho que ainda não estava na rede pública. O sistema FM consiste de um microfone próximo à boca do professor que emite a fala por rádio para o receptor, no ouvido do paciente, que passará a ter mais facilidade para acompanhar as aulas.
Outro objetivo do programa é facilitar o acesso das pessoas com deficiência ao dentista. Mais de 200 centros de odontologia já foram equipados e estão com os profissionais devidamente treinados para o atendimento deste tipo.
Por fim, o Ministério vai trabalhar também na prevenção de doenças com a ampliação do acesso ao teste do pezinho. Esse exame, feito com sangue retirado do pé do recém-nascido, revela doenças que podem resultar em deficiências no futuro.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/05/saude-anuncia-medidas-para-atender-melhor-pessoas-com-deficiencia.html?utm_source=g1&utm_medium=email&utm_campaign=sharethis

Oficina Danças Circulares - Volta ao Mundo


sábado, 4 de maio de 2013

Oficinas de Arte nos CEUS para pessoas com Deficiência Intelectual


Instituto Olga Kos lançou livro de Antonio Peticov com exposição no MIS

.

Entre os dias 16 e 21 de abril, o Instituto Olga Kos fez a exposição de arte da oficina realizada pelo artista plástico Antonio Peticov para jovens com deficiência intelectual, particularmente Síndrome de Down.

As obras foram releituras feitas pelos alunos e executadas com a orientação de Peticov durante as oficinas. Os resultados resultaram na mostra no Foyer do auditório do MIS.
O Instituto realizou o lançamento do livro sobre a vida e obra de Peticov, escrito pelo crítico de arte Jacob Klintowitz, com a presença do artista plástico em noite de autógrafos.

fonte: http://www.institutoolgakos.org.br/noticias/instituto-olga-kos-lanca-livro-de-antonio-peticov-com-exposicao-no-mis-2

Secretaria de Estado da Cultura - Museu MeUeSEU mês de maio

Quem curte visitar museus precisa reservar tempo em maio. Isto porque a Secretaria de Estado da Cultura vai promover uma série de atividades especiais ao longo do mês em 17 instituições estaduais. Trata-se do evento Museu MeUeSEU: De Todo Mundo, com exposições inéditas, instalações, palestras e oficinas. E o melhor: entrada grátis em todos os sábados do mês (dias 4, 11, 18 e 25).

A programação paulista é uma ação expandida da Semana Nacional de Museus, que ocorre tradicionalmente todos os anos em instituições museológicas do País – neste ano de 13 a 19 de maio. Isto porque no dia 18 se comemora o Dia Internacional dos Museus.

Na capital paulista, participam Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida, Catavento, Museu Afro Brasil, Museu de Arte Sacra, Memorial da Resistência, Museu da Casa Brasileira, Museu da Imagem e do Som, Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa, Paço das Artes, Pinacoteca e Estação Pinacoteca. Integram a programação outras quatro instituições: o Museu Felícia Leirner (de Campos do Jordão), Museu do Café (Santos), Museu Índia Vanuíre (Tupã) e Museu Casa de Portinari (Brodowski). Este último, mesmo fechado para restauro, fará programação na esplanada em frente ao museu.

“No ano passado, a gente já fez uma tentativa de programação compartilhada”, afirma a coordenadora da unidade de Museu da Secretaria da Cultura, Claudinéli Ramos. “Mas é a primeira vez que há um esforço para concentrar atividades de todos os museus durante um mês inteiro.” A expectativa é que os resultados sejam ainda melhores do que em 2012, quando o público registrado nos museus paulistas em maio foi 40% superior ao mesmo período do ano anterior.

Destaques. Na programação do mês, há diversas aberturas de exposições. Na Pinacoteca do Estado, serão duas as novidades. No dia 4, estreia a mostra Seis Séculos de Arte Chinesa na coleção do Musée Cernuschi, um dos mais antigos e importantes museus de arte asiática da França. A mostra reúne 120 pinturas, apresentando desde os mais importantes artistas da China imperial até pintores chineses que depois da década de 1930 escolheram Paris como lugar de formação e espaço de criação. E está agendada para o dia 25 a abertura da exposição do artista português Alexandre Estrela, cujo trabalho tem como ponto de partida as práticas conceituais dos anos 70.

O Museu da Língua Portuguesa, por sua vez, realiza o passeio História à La Carte, em que os visitantes são apresentados, no Parque e na Estação da Luz, ao contexto da relação dos alimentos com a organização sociocultural brasileira. Dentro do museu, destaca-se a atividade Chuva de Versos, que pretende envolver a criançada em uma brincadeira cheia de música e poesia.

No Museu do Futebol, o visitante será convidado a interagir com uniformes antigos e contemporâneos de times de futebol – a experiência é batizada de Com Que Roupa Eu Vou.

Visitação. Desde o ano passado, a Secretaria da Cultura tem promovido diversas ações para aumentar o público dos museus. Os resultados já ficaram claros no balanço de 2012: foi registrado um número de visitantes 19% maior do que em 2011.

Recentemente, para comemorar o recorde de 3 milhões de visitantes, o Museu da Língua Portuguesa, por exemplo, anunciou que ficaria aberto para visitação grátis às terças até 2 de julho – além dos sábados, quando o ingresso já é de graça tradicionalmente. Também para atrair mais público, desde janeiro o museu funciona em horário expandido todas as terças, até as 22h.

Outro equipamento público que é sucesso de visitação, o Museu do Futebol também ganhou um dia a mais de visitação grátis neste mês – até 7 de julho, não há cobrança de ingresso aos domingos, além das quintas-feiras, em que já não havia taxa de entrada.

Veja mais: Calendário dos museus grátis

Versão ampliada de reportagem publicada originalmente na edição impressa do Estadão, dia 25 de abril de 2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Simplesmente super criativo!!!!


Fotógrafo transforma sonhos de um garoto com distrofia muscular em realidade



Na série intitulada “O Pequeno Príncipe”, o fotógrafo Matej Pelyjhan da eslovênia, fez um ensaio com um garoto de 12 anos chamado Luka – que sofre de distrofia muscular, uma doença que enfraquece osmúsculos de uma pessoa ao longo do tempo. Aqueles que têm a doença perdem gradualmente a capacidade de fazer coisas que as pessoas normalmente conseguem fazer.
Com um pano no chão e objetos do cotidiano sobre o pano, além de truques de fotografia, Peljhan ajudou Luka transformar seus sonhos (e desenhos a partir de um notebook) em realidade.
Estas imagens comoventes também mostram uma mensagem sobre o transtorno,  lembrando os espectadores do trabalho para apreciar a vida e vivê-la ao máximo.
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Exposição no Instituto Moreira Salles


Raphael e Emygdio: dois modernos no Engenho de Dentro

Abertura: 9 de abril de 2013, às 19h30
Exposição: de 10 de abril a 7 de julho de 2013
De terça a sexta, das 13h às 19h
Sábado, domingo e feriado, das 13h às 18h
Entrada franca - Classificação livre

Instituto Moreira Salles – São Paulo
Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis
Tel.: (11) 3825-2560