domingo, 14 de abril de 2013

Concertos a Preço Popular: Palavra Cantada e Osesp

 


Sala São Paulo
São Paulo-SP
Brasil
 
25 mai 13 sábado 11h00
Concertos a Preço Popular
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25 mai 13 sábado 16h30
Concertos a Preço Popular
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26 mai 13 domingo 11h00
Concertos a Preço Popular
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26 mai 13 domingo 16h30
Concertos a Preço Popular
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SÁBADO 25/MAI/2013 11h00
Preco: R$ 15,00
SÁBADO 25/MAI/2013 16h30
Preco: R$ 15,00
DOMINGO 26/MAI/2013 11h00
Preco: R$ 15,00
DOMINGO 26/MAI/2013 16h30
Preco: R$ 15,00

fonte: http://www.osesp.art.br/portal/concertoseingressos/concerto.aspx?c=2503

Arteterapia e Mitologia Pessoal

 

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“Mitos são crenças profundas que norteiam nossas vidas, agindo como lentes que colorem as nossas percepções, orientando nossas ações e escolhas e iluminando ou obscurecendo possibilidades e caminhos. É através dos mitos pessoais que percebemos a nós mesmos, os outros, o mundo e as nossas possibilidades existenciais”
Neste workshop, experienciaremos o trabalho de Mitologia Pessoal desenvolvido por Feinstein & Krippner. Este trabalho tem por objetivo ajudar-nos a contatar aspectos e padrões da nossa subjetividade que não emergem facilmente como figuras de nossa atenção, apesar de silenciosamente guiar em nossos passos.
Através de visualizações, experimentos gestálticos e a utilização de recursos expressivos da Arteterapia, exploraremos a mitologia pessoal de cada um visando favorecer transformações significativas de vida.
* De “Mitologia Pessoal”, D. Feinstein & S. Krippner, Cultrix, SP
“Através da Arteterapia integrar a mitologia pessoal favorecendo transformações significativas de vida.”

PUBLICO ALVO : Profissionais e estudantes da psicologia , medicina, psicopedagogos, arteterapeutas e interessados em seu desenvolvimento pessoal
Coordenação: Selma Ciornai
Data:
20 e 21 de abril de 2013
Horário:
Sábado das 09:00 às 18:00 hs e
Domingo das 9:00 às 17 hs
Carga horária:
15 horas
Investimento:
R$ 310,00 à vista (depósito bancário) até 5/04/13 ou
Após 5/04/13, R$ 333,00 à vista (depósito bancário) ou
R$ 333,00 em duas parcelas de R$ 166,00
(1ª depósito bancário e 2ª cheque ou cartão)

Mais informações:
igsp@gestaltsp.com.br
Fones: 11 3842.8939 / 3849.1983

Próximas Turmas

20/04/20139:00

fonte: http://www.gestaltsp.com.br/curso/artemit/

Ministério da Saúde lança diretriz para tratamento do autismo

Saúde pública

Ministério da Saúde lança diretriz para tratamento do autismo

O documento foi divulgado nesta terça-feira, Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Autismo
Autismo: as principais características da doença são alterações de linguagem e sociabilidade, que podem aparecer em maior ou menor grau (Thinkstock)
                     
O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a primeira política de saúde pública voltada especificamente para esses pacientes. A Diretriz de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) traz indicadores do desenvolvimento infantil e sinais de alerta para facilitar o diagnóstico precoce da doença.
Segundo o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, o documento demorou quase dois anos para ser elaborado. Entre os indicadores de desenvolvimento listados pelo documento, que devem ser observados em crianças de até três anos, estão fatores como interação social, linguagem, brincadeiras e alimentação. O material aponta qual o desenvolvimento esperado e apresenta os sinais de alerta. Após os 3 meses de idade, por exemplo, a criança já identifica a fala de seu cuidador, mostrando reações corporais e atenção. A criança com transtorno do espectro autista, por sua vez, pode ignorar ou apresentar pouca resposta aos sons de fala.

Esse documento será distribuído para todas as unidades de saúde do país, a fim de auxiliar os profissionais de saúde na identificação dos sinais de alerta. De acordo com Magalhães, o próximo passo será traduzir essas orientações de forma mais didática para as famílias.

Tratamento – Estima-se que 1% da população tenha algum grau de autismo. As principais características da doença são alterações de linguagem e sociabilidade, o que demanda cuidados específicos, acompanhamento médico e reabilitação ao longo das diferentes fases da vida.
De acordo com o Ministério da Saúde, os casos de menor intensidade serão tratados em Centros Especializados de Reabilitação (CER) do SUS. Hoje existem no país 22 CER em construção, 23 em habilitação e 11 convênios de qualificação para que entidades que já funcionam passem a funcionar como CER. Já os pacientes com uma intensidade maior do transtorno serão encaminhados para centros específicos que serão habilitados pelo Ministério da Saúde em todo país. Ao todo, serão investidos R$ 41,2 milhões ao ano para o custeio desses tratamentos.

Marisa Fúrio Silva, presidente da Associação Brasileira de Autismo (Abra), afirma que as entidades de pais de autistas esperaram por anos essa diretriz. Até então, não havia uma política específica de atendimento no SUS para esses pacientes, que eram atendidos por ONGs ou serviços de saúde mental. Segundo ela, o diagnóstico precoce é fundamental para que essas crianças sejam incluídas no meio social com mais facilidade.




*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.

fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/ministerio-da-saude-lanca-diretriz-para-tratamento-do-autismo

TDAH pode se tornar um problema de saúde crônico


Psiquiatria

TDAH pode se tornar um problema de saúde crônico

Nova pesquisa concluiu que 30% das crianças com déficit de atenção continuam apresentando o problema ao se tornarem adultas — e ainda têm um risco maior de sofrer outros transtornos psiquiátricos

Vivian Carrer Elias
TDAH: quase 60% das crianças não são diagnosticadas corretamente
TDAH: Conclusão de estudo sobre o problema afirma que a condição pode se tornar um problema de saúde crônico (Thinkstock Images)
Um extenso estudo americano concluiu que o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) pode se tornar um "problema de saúde crônico" capaz ainda de aumentar o risco de uma criança vir a apresentar outros problemas psiquiátricos ao longo de sua vida. Segundo a pesquisa, o TDAH na infância persiste na vida adulta em quase 30% dos casos. E, além disso, dois terços das pessoas que tiveram o transtorno quando crianças, mesmo que deixem de apresentar o problema, sofrem alguma consequência negativa do TDAH ao se tornarem adultas.

CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Mortality, ADHD, and Psychosocial Adversity in Adults With Childhood ADHD: A Prospective Study

Onde foi divulgada: periódico Pediatrics
Quem fez: William Barbaresi, Robert Colligan, Amy Weaver, Robert Voigt, Jill Killian e Slavica Katusic
Instituição: Hospital Infantil de Boston, da Universidade Harvard, e Clínica Mayo, EUA
Dados de amostragem: 5.718 crianças nascidas em Minnesota entre 1977 e 1982

Resultado: Cerca de 30% das crianças com TDAH chegam na idade adulta ainda com o problema. Entre elas, 81% apresentam outro transtorno psiquiátrico durante a vida. 
O trabalho, publicado nesta segunda-feira na revista médica Pediatrics, foi desenvolvido no Hospital Infantil de Boston, filiado à Universidade Harvard, em parceria com a Clínica Mayo, ambos nos Estados Unidos. Segundo os autores, trata-se do primeiro estudo em grande escala que olhou para os impactos do TDAH na infância e na vida adulta. A pesquisa analisou os dados de todas as crianças nascidas entre 1977 e 1982 na cidade americana de Rochester, em Minnesota – que, ao todo, foram 5.718 —, e acompanhou essas pessoas até elas terem, em média, 27 anos de idade.
A partir de informações da vida acadêmica e do histórico médico das crianças, os pesquisadores concluíram que, dos 5.718 jovens selecionados para o estudo, 367 tinham TDAH, sendo que 232 participaram de todas as fases da pesquisa. Dessas, 75% receberam tratamento para o transtorno.



Graves danos — Segundo os resultados da pesquisa, 29,3% das pessoas diagnosticadas com TDAH na infância continuaram com o problema ao se tornarem adultas. Delas, 81% apresentaram outro transtorno psiquiátrico até os 27 anos – essa prevalência foi de 47% entre os indivíduos que deixaram de apresentar TDAH quando adultos e de 35% entre um grupo de controle, composto por pessoas que não tiveram TDAH na infância. Entre os distúrbios mais prevalentes estavam abuso e dependência de substâncias tóxicas, transtorno de personalidade antissocial (psicopatia), ansiedade e depressão.
 
A nova pesquisa ainda revelou que, em uma escala menor, o TDAH na infância também pode aumentar o risco de morte prematura: 1,9% dos participantes (sete em 232 pessoas) com o transtorno morreu antes dos 27 anos, sendo que três deles cometeram suicídio. Essa incidência foi de 0,7% entre os indivíduos que não foram diagnosticados com TDAH quando crianças.
 
"O nosso estudo mostra que o TDAH é, sim, um problema sério de saúde e que tem impactos importantes em todas as áreas da vida da criança e dos adultos. Esse transtorno não é somente um comportamento irritante das crianças, e eu acho que o TDAH é frequentemente encarado dessa forma", disse ao site de VEJA William Barbaresi, chefe da Divisão de Medicina do Desenvolvimento do Hospital Infantil de Boston e coordenador da pesquisa.

William Barbaresi
 

"É preciso pensar no TDAH como um problema crônico"

William Barbaresi
Pediatra, chefe da Divisão de Medicina do Desenvolvimento do Hospital Infantil de Boston, da Universidade Harvard, e coordenador da pesquisa

Seu estudo conclui que o TDAH infantil é um problema de saúde crônico. O que isso quer dizer?
O que nós mostramos em nosso estudo é que o impacto de ter TDAH na infância claramente continua na vida adulta na maioria dos casos. Nós descobrimos que apenas um pouco mais que um terço das crianças com TDAH chegam na vida adulta sem ter ao menos um desses efeitos. E isso é muito preocupante. O nosso estudo mostra que o TDAH é, sim, um problema sério de saúde e que tem impactos importantes em todas as áreas da vida da criança e dos adultos. Esse transtorno não é somente um comportamento irritante das crianças, e eu acho que o TDAH é frequentemente encarado dessa forma.
Pacientes com TDAH estão sendo tratados de maneira errada?
Nós temos muita informação sobre como diagnosticar apropriadamente o TDAH, como identificar os problemas associados ao transtorno e até as melhores formas de tratar a condição. Acredito que o problema do TDAH seja o fato de as crianças não estarem recebendo esses serviços e tratamentos de forma suficientemente consistente. E isso faz com que as consequências do transtorno sejam piores do que deveriam.
Por que o senhor acha que isso acontece?
É muito comum que as crianças abandonem o tratamento de TDAH quando os sintomas do problema diminuem. Isso é algo comum entre todas as condições crônicas, como o diabetes, por exemplo. As pessoas chegam em uma fase da vida em que não querem mais ser diferentes, não querem precisar fazer coisas que os outros indivíduos não fazem. Por isso, os pacientes tendem a abandonar os tratamentos. Porém, para algumas das doenças crônicas, como o diabetes, há diversas estratégias para conscientizar a população de que seguir com o tratamento é importante. Mas para TDAH ainda não há essa orientação. É preciso pensar nessa condição como um problema crônico e implementar estratégias que mantenham as crianças em tratamento, especialmente em fases em que os efeitos adversos do transtorno são mais preocupantes.
A que o senhor atribui o aumento do número de crianças diagnosticadas com TDAH no mundo?
O que acontece é que a conscientização sobra condição está aumentando e, com isso, também aumentam as taxas de TDAH. Na minha opinião, é algo muito bom. A verdade é que esse problema tem um impacto muito grande na vida das pessoas. Para se ter ideia do tamanho do impacto, é só aplicar os nossos achados para a quantidade de crianças que vêm sendo diagnosticadas com TDAH.


Por que crianças com TDAH correm um maior risco de sofrer de outro transtorno psiquiátrico durante a vida?
Essa é uma pergunta ainda sem resposta.  Não sabemos se isso é uma consequência dos sintomas do TDAH em si, da forma como afeta a criança e o seu crescimento, ou então se é algo relacionado ao fator biológico. Se fosse isso, a função cerebral que determina que uma pessoa tenha TDAH poderia ser a mesma que provoca outra desordem. Mas ainda não sabemos o que explica essa associação.



http://veja.abril.com.br/noticia/saude/tdah-pode-se-tornar-um-problema-de-saude-cronico

Fórum de experiências - cases práticas de gestão e inclusão


3o. Congresso Internacional de Arte-terapia em Portugal


terça-feira, 2 de abril de 2013