domingo, 20 de janeiro de 2013

Oficina – Resgate dos jogos e brincadeiras infantis


Linguagem Corporal

 
Local: Na instituição, colégio ou creche
Público-alvo: Educadores

Carga horária: 3 horas
 
Objetivos


-Resgatar o ‘brincar’ como atividade lúdica e como instrumento metodológico de ensino.
- Explorar as brincadeiras e jogos tradicionais adequadas para cada faixa etária.
- Estimular o lúdico através de brincadeiras e jogos estimulando o pensamento estratégico,  inteligência emocional, desafios , regras básicas de convivência, resgate cultural.
 
Maiores informações:
Arteterapeuta Marcieli Santos
Tels: (011) 3805-6942/99702-7036

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

ONG cria ônibus restaurante com cozinheiros cegos na Argentina

  • Intenção é conscientizar os argentinos sobre a realidade enfrentada pelos deficientes visuaisIntenção é conscientizar os argentinos sobre a realidade enfrentada pelos deficientes visuais
Um restaurante móvel totalmente escuro e servido exclusivamente por funcionários cegos pretende conscientizar os argentinos sobre a realidade enfrentada pelos deficientes visuais.

O grupo de dez cozinheiros e garçons tem percorrido escolas, empresas e organismos públicos no ônibus transformado em restaurante ambulante por iniciativa de uma organização não-governamental voltada para a inclusão social.

Os integrantes do projeto chamado "Gallito Ciego" ("Galinho Cego", na tradução literal) têm entre 25 e 50 anos de idade e deficiência visual desde o nascimento ou adquirida por doenças como diabete.

A fundadora da ONG Audela, criadora do projeto, a filósofa argentina Monica Espina, contou que os cozinheiros estudaram até quatro anos no Instituto Argentino de Gastronomia (IAG), onde aprenderam a fazer uma série de pratos, incluindo salgados, como pizzas e carnes, e sobremesas.

"O objetivo da iniciativa é gerar conscientização de que pessoas cegas também podem ser autônomas e realizar diferentes atividades profissionais", disse Espina à BBC Brasil. "No ônibus, eles cortam as verduras, cozinham, colocam a mesa, servem os clientes e lavam os objetos usados."

Ela conta que há espaço para até 25 convidados no ônibus, que integra os trabalhos da ONG na localidade de Acassuso, no município de San Isidro, na província de Buenos Aires.

A comida é servida no escuro para que pessoas com visão tenham a mesma experiência dos que não vêem, como contou uma das cozinheiras.

O ônibus do Gallito Ciego começou a circular em outubro do ano passado e desde então esteve em 17 locais, incluindo uma empresa que os contratou na cidade de San Pedro, a quase 200 quilômetros de Buenos Aires, e em uma festa de um aniversario na capital argentina.

"Nosso projeto é viajar por todo o país, gerando consciência para a questão", afirma Espina. "Por isso, pensamos neste ônibus bem equipado." Os cozinheiros recebem pagamento por hora de trabalho e contam com apoio do pessoal da ONG, como o motorista.

Escolas

Espina conta que nas escolas por onde passaram os cozinheiros ouvem dos alunos perguntas sobre "como é ser cego" e "o que sonham", por exemplo.

Karina Chediek, de 39 anos, que perdeu a visão aos 23 anos devido a complicações com a diabete, e María Susana Luna, de 25 anos, que perdeu a visão pouco depois do nascimento, disseram à BBC Brasil que a experiência as "motivou" a sair para trabalhar.

"Eu era dona de casa e, a partir deste projeto, fiquei ainda mais entusiasmada com a vida", diz Karina. "Podemos conscientizar as pessoas de que, apesar de sermos cegos, podemos fazer qualquer coisa, como outra pessoa com visão."

Ela é mãe de um menino de nove anos e diz que a única vez que se emocionou no Gallito Ciego foi quando uma mãe perguntou o que seria a primeira coisa que ela gostaria de ver, se fosse possível voltar a enxergar.

"Eu disse: meu filho. Foi um momento emocionante. Sou diabética desde os 2 anos de idade e tive visão até os 23 anos. Quando meu filho nasceu, eu já era cega", conta.

Karina afirma que os estudantes costumam fazer perguntas também sobre seus sonhos. "Eles querem saber se sonho como uma pessoa que tem visão."

"Eu sonho sim, mas com as imagens dos tempos em que enxergava", acrescenta. "E brinco dizendo que, nas minhas imagens, ninguém fica velho, porque são dos tempos em que eu via, há 17 anos."

No ônibus, depois de comer no escuro, os cozinheiros fazem palestras e os clientes podem fazer perguntas.

Feijoada

María Susana Luna diz que a experiência no Gallito Ciego a levou a querer ser chef de cozinha.

"Eu canto, toco violão, baixo e bateria", afirma. "Mas descobri que gosto muito de cozinhar e principalmente comidas de outros países, como a feijoada brasileira, que aprendi com uma amiga que é de Porto Alegre e mora aqui na Argentina."

Grávida de dois meses, ela conta que ficou cega pouco após ter nascido prematuramente em um tratamento com oxigênio que afetou sua visão.

"A experiência (no Gallito Ciego) me abriu portas a novas experiências", diz María Susana. "Não só porque me despertou o desejo de querer ser chef, mas também de poder conscientizar as pessoas de que, apesar da cegueira, podemos trabalhar (como os demais)."

Ela afirma que os clientes costumam repetir uma mesma pergunta. "Sempre me perguntam a mesma coisa: se sou feliz. E eu digo que sim, que sou feliz e vivo a vida com otimismo e muita alegria."

fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2013/01/17/ong-cria-onibus-restaurante-com-cozinheiros-cegos-na-argentina.htm

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Dois milhões de brasileiros afetados pelo autismo ganham proteção da lei



15/01/2013 - 05h00
 
IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO
 
Uma lei instituindo a política nacional para proteção aos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista acabou de ser promulgada.

'Escola especial não é o ideal, mas às vezes é necessária', diz advogada

Mas a data, 27/12, espremida no meio do feriadão entre Natal e Ano-Novo, passou despercebida, assim como o problema, que atinge estimados 2 milhões de brasileiros -uma população três vezes maior do que a portadora de síndrome de Down.
A nova lei 12.764/12 assegura aos autistas os benefícios legais de todos os portadores de deficiência, que incluem desde a reserva de vagas em empresas com mais de cem funcionários, até o atendimento preferencial em bancos e repartições públicas.
"Os autistas no Brasil são invisíveis. A população não sabe o que é, a maioria dos profissionais não sabe do que se trata", diz o psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do programa de transtornos do espectro autista do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
É quase um quebra-cabeça compreender e reconhecer o autismo, que pode se apresentar tanto numa pessoa com alguma habilidade extraordinária e boa cognição quanto em alguém com séria deficiência intelectual e que não consegue se comunicar verbalmente.
Por isso, hoje, é chamado de espectro autista, um guarda-chuva que abriga os diversos graus de severidade do distúrbio.
Os diferentes tipos têm três características em comum: comprometimento na área de comunicação e linguagem; transtornos de socialização; interesses restritos e comportamentos repetitivos.
Editoria de Arte/Folhapress

São alterações que podem ser chamadas de comportamentais, mas a teoria mais aceita atualmente é a de que as causas são genéticas.
"Existem mais de mil genes possivelmente comprometidos que podem levar ao autismo. Uns poucos são herdados, mas, na maior parte, são mutações espontâneas e imprevisíveis, ocorrem por acidente ", afirma Vadasz.
Os neurônios dos autistas são mais curtos e com menos ramificações, o que dificulta a condução, a transmissão e o processamento de informações. As alterações vão se manifestar até por volta de um ano e meio de vida.

INVISIBILIDADE
Isso aumenta a invisibilidade dessas pessoas. "Não dá para reconhecer pela aparência, é igual a de um bebê típico. E há casos em que o desenvolvimento no primeiro ano é normal e, depois, a criança deixa de falar e interagir. Imagine a angústia dos pais", diz Joana Portolese, neuropsicóloga e coordenadora da ONG Autismo e Realidade, de São Paulo.
Os casos em que o bebê começa a se desenvolver normalmente e depois volta para trás, chamados de autismo regressivo, correspondem a 10% dos autistas. Os outros 90% manifestam sintomas a partir do oitavo ou nono mês de vida, mas, na maioria das vezes, os sinais não são compreendidos pelos pais.
Embora não exista cura para o autismo, essas pessoas terão um prognóstico melhor se receberem tratamento -preferencialmente, o mais cedo possível.
As terapias incluem técnicas para desenvolver a comunicação por meio de cartões com figuras, criação de rotinas rígidas e sensibilização e orientação das pessoas que convivem com o autista.
"É lugar-comum dizer que o autista não faz contato, mas não é bem assim. Eles entendem o que se passa ao redor. A questão é como as informações são colocadas por nós para eles", diz Portolese.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1214573-nova-lei-protege-os-direitos-de-dois-milhoes-de-brasileiros-afetados-pelo-autismo.shtml

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Curso/Oficina: Resgate da autoestima e valores humanos do ser educador



 
Público-alvo: Educadores de Ed. Infantil, Fundamental I
Duração: 4 horas
Local: Na Instituição

  Objetivos

   * Espaço para apoio e contato social: Um olhar para si mesmos.
     * Explorar os Valores Humanos: Paz, Amor, Amizade, União, Respeito e Soliedariedade através de vivências.
* Utilização de livros paradidáticos, músicas e obras artísticas com temas de valores humanos.
    * Auto inventário das habilidades e qualidades positivas.
     * Expressar sentimentos, emoções e conflitos.


Fornecimento de apostila
Maiores informações: Arteteterapia MusiCriArte
                                   Arteterapeuta: Marcieli Santos
                                   curriculum lattes: http://lattes.cnpq.br/7356757150957658
                                   tels: (11) 3805-6942  /(11) 99702-7036
                                   e-mail: arteterapiamusicriarte@uol.com.br

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Pinacoteca recebe mostra individual da artista Ana Maria Pacheco

Exposição
Repertório da mostra é composto por 50 obras da artista goiana
 
divulgaçãodivulgação
A instalação “Noite Escura da Alma” é um dos destaques da mostra individual da artista

Fica em cartaz até o dia 3 de fevereiro, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, uma exposição que reúne 50 obras da artista Ana Maria Pacheco. Os ingressos para o espaço expositivo custam até R$ 6, porém, vale lembrar que às quintas (das 18h às 22h) e sábados, a entrada é Catraca Livre.
Realizada com patrocínio da Sabesp, a mostra conta com trabalhos de diversos formatos, como gravuras, livros de artistas, instalações e esculturas, todas realizadas entre 1998 e 2012.
                                          
 
Nascida em 1943 no município de Goiânia, e erradicada em Londres desde 1973, a artista consolidou seu trabalho em meio ao competitivo cenário artístico europeu. Suas obras tem como característica, trabalhar com elementos assustadores e sombrios.

fonte: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2013/01/pinacoteca-recebe-mostra-individual-da-artista-ana-maria-pacheco/

Oficina/Curso – Deficiência Intelectual: estratégias de utilização da arte e da música


Carga horária: 12 horas em 3 módulos
local: na instituição
público-Alvo: orientadores sócio-educativos


Conceito
Diagnóstico
Etiologia
Tipos
Síndrome de Down 
Síndrome do X-Frágil

Síndrome de Prader-Willi  
Síndrome de Angelman

Síndrome Williams

Erros Inatos de Metabolismo (Fenilcetonúria, Hipotireoidismo congênito etc.)
Incidência
Dados do Censo Inclusão
 Direitos e benefícios
Dicas  e Vivências de Atividades de música: canto, propriedades do som, instrumentos musicais e construção de sucata
Dicas e Vivências de Atividades de Danças Circulares
Dicas e Vivências de Atividades de artes: desenho, pintura, construção, história da arte, fotografia, contação de história
Dicas de livros, artigos e filmes

 
Arteterapeuta e Arte-reabilitadora: Marcieli Santos
tels: (011) 3805-6942/99702-7036


Oficina/Curso - Arteterapia com TEA


Oficina/Curso - Arteterapia com TEA - Transtorno do Espectro Autista- benefícios das atividades sensoriais e motoras

carga horária: 12 hs  em 3 módulos

LOCAL: NA INSTITUÇÃO
PÚBLICO-ALVO: ORIENTADORES SÓCIO-EDUCATIVOS


§Conceito de Arteterapia
§Arteterapia Gestáltica
§Sensorial e atividade motora focalizando a liberação de energia
§Conceito de TEA
§Diagnóstico
§Etiologia
§Incidência
§Dados do Censo Inclusão
§LEI 12764 – Berenice Piana
§Direitos e benefícios
§MPA – Movimento Pró Autista

vPerfil Intra-Individual
Avaliação Motricidade
Avaliação Cognição: Percepção e Memória Visual, Percepção e Memória Auditiva, Percepção Tátil Cinestésica, Conhecimento Esquema Corporal
vDicas e vivências de Atividades de artes: desenho, pintura, construção , isogravura, filmagem, fotografia e modelagem
vDicas de livros, artigos e filmes

Arteterapeuta e Arte-reabilitadora: Marcieli Santos
Maiores informações: arteterapiamusicriarte@uol.com.br
Tels: (011) - 3805-6942 / 99702-7036

ÒEspecialização em Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae.
ÒBacharel em Comunicação Social pela FAAP.
ÒPós-Graduada em Marketing na ESPM.
x Especialização em Arte-Reabilitação na AACD.
X Diretora da MusiCriArte: Arteterapia, Música e Cursos
ÒMembro do Conselho Diretor da AATESP – Associação de Arteterapia do Estado de São Paulo.
ÒProfessora de “Música e Dança” no curso de Especialização em Arteterapia na FAMOSP
ÒRealiza Oficinas Criativas Arteterapêuticas com a utilização da música/artes para educadores, pais, crianças, em escolas, creches, instituições, ONGS, Secretarias Municipais da Educação, etc.
ÒArteterapeuta da Escola Especial ABADS (antiga Pestalozzi SP)
ÒRealizou Capacitação de educadores - Oficinas Criativas Arteterapêuticas na Prefeitura de Mogi das Cruzes: 2008 e em 2009.
ÒFacilitadora e Coreógrafa de Danças Circulares.
ÒTrabalhou como educadora musical em Pré-Escolas, Ensino Fundamental, CEU Aricanduva e Projeto Arquimedes.
ÒRealizou trabalhos com famílias no Céu Aricanduva, LEMDA, etc.
ÒEscreveu artigos sobre Oficina para educadores; Arte-reabilitação com pacientes de Paralisia Cerebral e Arteterapia com autistas.
ÒPianista, Tecladista e Compositora.



Oficina/Curso – Paralisia Cerebral: benefícios da música e arte

Duração: 12 horas em 3 módulos
Local: Na instituição
Público-alvo: orientadores sócio-educativos
 

§Conceito
§Diagnóstico
§Etiologia
§Tipologia:Classificação - grau
                   Classificação Fisiológica                            
                   ClassificaçãoTopográfica
§Problemas associados: linguagem, visual, auditivos, percepção, atenção, personalidade, cognitivos, quadros convulsivos
§Incidência
§Dados do Censo Inclusão
§Órteses, Próteses




Perfil Intra-Individual
Avaliação Motricidade
Avaliação Cognição: Percepção e Memória Visual, Percepção e Memória Auditiva, Percepção Tátil Cinestésica, Conhecimento Esquema Corporal
Opções de adaptadores para atividades de arte/música
Dicas e vivências de Atividades de música
Dicas  e vivências de Atividades de artes: desenho, pintura, construção, contação de história, etc.
Dicas de livros, artigos e filmes
 
Arteterapeuta e Arte-reabilitadora: Marcieli Santos
tels: (11) 3805-6942 e (11) 99702-7036
 

ÒEspecialização em Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae.
ÒBacharel em Comunicação Social pela FAAP.
ÒPós-Graduada em Marketing na ESPM.      
x Especialização em Arte-Reabilitação na AACD.
X Diretora da MusiCriArte: Arteterapia, Música e Cursos
ÒMembro do Conselho Diretor da AATESP – Associação de Arteterapia do Estado de São Paulo.
ÒProfessora de “Música e Dança” no curso de Especialização em Arteterapia na FAMOSP
ÒRealiza Oficinas Criativas Arteterapêuticas com a utilização da música/artes para educadores, pais, crianças, em escolas, creches,  instituições, ONGS, Secretarias Municipais da Educação, etc.
ÒArteterapeuta da Escola Especial ABADS (antiga Pestalozzi SP)
ÒRealizou Capacitação de educadores - Oficinas Criativas Arteterapêuticas na Prefeitura de Mogi das Cruzes: 2008 e em 2009.
ÒFacilitadora e Coreógrafa de Danças Circulares.
ÒTrabalhou como educadora musical em Pré-Escolas, Ensino Fundamental, CEU Aricanduva e Projeto Arquimedes.
ÒRealizou trabalhos com famílias no Céu Aricanduva, LEMDA, etc.
ÒEscreveu artigos sobre Oficina para educadores; Arte-reabilitação com pacientes de Paralisia Cerebral e Arteterapia com autistas.
ÒPianista, Tecladista e Compositora.