quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Obra: Irises in Monet´s Garden


Irises in Monet s Garden, Claude Monet 1900, oil on canvas 81 x 92 cm,

Musee d Orsay, Paris France. This painting features Monet s garden in Giverny.


Giverny para todos

Michel Monet, filho do pintor, legou em 1966 (ano de sua morte) à Academia de Belas Artes francesa a propriedade de Giverny, onde seu pai viveu por 43 anos. Em mau estado de conservação e com os jardins abandonados, a restauração do local só começaria 11 anos depois. Hoje é um lugar bastante visitado por turistas de todo o mundo, e tanto os belos jardins quanto o lago e a casa voltaram a seu aspecto original, com muitas flores, pássaros e toda a atmosfera conhecida através dos quadros do artista.

Links interessantes sobre Monet
http://www.intermonet.com/
http://giverny.org/gardens/fcm/visitgb.htm
http://giverny-impression.com/category/flower/

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Obra de Monet: "A Primavera"


Pintura a óleo, do Jardim de Monet, Giverny, 1886.


A PRIMAVERA
Olavo Bilac


Coro das quatro estações:

Cantemos! Fora a tristeza !
Saudemos a luz do dia:
Saudemos a Natureza !
Já nos voltou a alegria !

A Primavera:

Eu sou a Primavera !
Está limpa a atmosfera,
E o sol brilha sem véu !
Todos os passarinhos
Já saem dos seus ninhos,
Voando pelo céu.
Há risos na cascata,
Nos lagos e na mata,
Na serra e no vergel:
Andam os beija-flores
Pousando sobre as flores,
Sugando-lhes o mel.
Dou vida aos verdes ramos,
Dou voz aos gaturamos
E paz aos corações;
Cubro as paredes de hera;
Eu sou a Primavera,
A flor das estações !

Coro das quatro estações:

Cantemos! Fora a tristeza !
Saudemos a luz do dia:
Saudemos a Natureza !
Já nos voltou a alegria !


Em: Poesias Infantis, Olavo Bilac, Livraria Francisco Alves: 1949, Rio de Janeiro

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Claude Monet (1840-1926) - O mais dedicado impressionista

Seu pai almejava vê-lo dando continuidade ao comércio da família, um empório de secos e molhados. Ao invés disso, Claude Monet tornou-se o precursor de um movimento artístico inovador e cujo nome, "Impressionismo", começou a ser usado após uma crítica pejorativa ao seu "Impressão, Sol Levante", quadro exibido em 1872 em conjunto com obras de Renoir, Degas e Cézanne, todos amigos seus.

Apesar de ter nascido em Paris, em 1840, Oscar-Claude Monet cresceu na cidade portuária de Havre, onde travou seu primeiro contato com a pintura através de Eugène Boudin, que lhe estimulou a trabalhar ao ar livre e sob a luz do sol, procedimento que seria fundamental no desenvolvimento de sua técnica e estilo.

Aos 19 anos Monet volta a viver em Paris, com o objetivo de estudar pintura. Apesar do desejo do pai de vê-lo na tradicional Escola de Belas Artes, opta por ingressar no Atelier Suisse, cuja postura mais livre combinava com sua personalidade. Apesar de apreciar o desenho, Monet não concordava com a tradição acadêmica de se fazer e ensinar arte nas escolas mais tradicionais. E é nesse ambiente que viria a conhecer Camille Pissaro, através de quem seria introduzido ao círculo de Manet, Coubert e outros artistas de idéias vanguardistas.

Em 1861 é enviado à Argélia, convocado para defender a França na guerra. Cerca de um ano depois, contando com a ajuda da tia, retorna a Paris, dando continuidade às suas "pesquisas" ao ar livre. Nessas ocasiões, costumava se encontrar com amigos artistas no estúdio de algum deles, partindo dali para bosques e campos próximos, onde passavam o dia pintando paisagens e as mudanças de tons e sombras causadas pelo movimento do sol.

Logo Monet conheceria a jovem Camille Doncieux, que inicialmente trabalhava como modelo e acabou se tornando sua esposa. Juntos tiveram dois filhos, mas oficializaram a união somente após três anos juntos. Os primeiros tempos ao lado de Camille foram de extremo aperto financeiro. O pintor relutava em mudar seu estilo de pintar, e desse modo encontrava dificuldades para vender seus quadros. Somente depois de iniciada a Guerra Franco-Prussiana (1870), quando de sua "fuga" para Londres, que a vida de Monet começaria a melhorar.

Na Inglaterra conhece o marchand Paul Durand-Ruel, que passa a apoiar os impressionistas e a adquirir obras do grupo. Voltando à França, em 1871, vive em Argenteuil e depois em Vétheuil, dando início ao período mais fértil de sua vida. Torna-se amigo do casal Alice e Ernest Hoschedé, milionários admiradores de seu trabalho. Mais do que isso, Monet e Alice viriam a se casar, após ambos ficarem viúvos.

Finalmente, a mudança para Giverny: em 1883, junto da nova esposa e dos sete filhos (dois dele e cinco dela), Monet passa a viver em seu pequeno paraíso, onde construiu o lago que receberia seus famosos nenúfares, ninféias e a ponte japonesa. Lá, realizaria suas fantásticas séries de pinturas, onde os objetos que se repetiam não importavam muito: a impressão de cada momento causada ao pintor, fosse pela luz do sol, pelas sombras, reflexos ou vento, era o principal elemento transportado para as telas. Monet viveu até os 86 anos, e está enterrado no jardim de sua propriedade.


fonte: http://mestres.folha.com.br/pintores/04/curiosidades.html

domingo, 11 de setembro de 2011

Curiosidades


Matthew Savage foi diagnosticado com autismo (Pervasive Developmental Disorder) quando tinha três anos de idade. Os pais começaram então a seguir o protocolo DAN. Matthew naquela época não suportava sons, mas com a “auditory integration Therapy” (terapia de integração auditiva) conseguiu superar este problema. Os pais de Mattew usaram a fascinação do menino por palavras e, exploram o seu lado visual, para estimular e complementar as atividades. Hoje, com 11anos, ele compõem música e tem um trio de jazz. ” The Matt Savage Trio” participa de festivais de Jazz e da concertos, sempre lotados, pelos EUA e Canadá. Já lançou três CDs e o dinheiro arrecadado com a venda foi doado para pesquisas sobre autismo. Matt continua com dificuldades de comportamento, fixação por certos assuntos, com dificuldade para se desligar deles. As vezes não compreende o que falam com ele ou compreende de maneira diferente.
Tito Rajarshi Mukhopadhyay – um rapaz do sul da Índia que foi diagnosticado com autismo clássico aos três anos. Ele se balança, gira, faz movimentos repetitivos, faz barulhos estranhos, não consegue ler expressão do rosto de outras pessoas, não mantém contato olho-a-olho. Embora tenha um autismo clássico ele consegue expressar seus pensamentos e sentimentos. Descreve como se sente preso a um corpo autista, um caso único.
Segundo Tito ele se balança e faz movimentos repetitivos com as mãos para conseguir sentir o seu corpo. Não olha no olho porque só consegue processar um sentido de cada vez, ou seja, não consegue ver e escutar ao mesmo tempo (só foi perceber que isso não era normal ao se dar conta que outras pessoas podiam usar outros sentidos juntos). Uma mãe perguntou a ele em uma conferência qual o conselho que daria aos pais de autistas. Ele disse “Acreditem nos seus filhos”. Tito é fluente em inglês e bengali (tem dificuldades para falar e ser compreendido escreve muito bem e é mais fácil para ele escrever no computador) têm dois livros publicados: Beyond the silence: My life, the world, and autism e The mind tree: A miraculous child breaks the silence of autism. Ele conseguiu superar as barreiras que o autismo lhe proporcionou graças à mãe Soma Mukhopadhyay que desenvolveu uma maneira de ensinar e comunicar com o filho chamada “The rapid Prompting Method”.
Jerry Newport – nasceu em 1948 e foi diagnosticado com síndrome de Asperger em 1995 Possui um B. A em Matemática pela Universidade de Michigan. Trabalha como free-lance accounting, participa de palestras sobre Autismo/Asperger pelos Estados Unidos e também escreve para revista Autism Asperger´s Digest Magazine. É casado com Mary Newport que também tem Síndrome de Asperger. Escreveram juntos o livro “Autism-Asperger´s and sexuality puberty and beyond”. A vida dele é tema do filme “Mozart and the Whale”.
Donna Willians – É uma australiana que antes de receber o diagnostico de autista foi taxada de louca, de ter distúrbios emocionais, fez vários testes de surdez. Não conseguia responder simples perguntas ou ficar sentada por muito tempo. Aos 24 anos ela começou a dieta sem glúten, caseína, açúcar, nenhum tipo de conservantes, corantes e pouco salicitato (ela continua na dieta). Donna relata que se sentia como uma drogada com a única diferença que não usava drogas, mas certos alimentos faziam com que ela agisse assim. Hoje ela é casada, trabalha como consultora em uma escola, participa de palestras sobre autismo e também escreve música, pinta e faz esculturas.
James Durbin não venceu o American Idol de 2011, mas conquistou muitos fãs. No estilo mais roqueiro, com um agudo potente, agradou o lendário Steven Taylor. Durbin tem Síndrome de Asperger e Tourette, conseguiu superar e hoje é casado e tem um lindo menino de 1 ano.
Heather Kuzmich ficou em 5º lugar na competição do American Next Top Model ciclo 9. Sofreu durante a competição, pois não conseguia interagir com as colegas do concurso e sofria com a falta de compreensão das mesmas. Sempre muito elogiada pelos jurados pelas suas lindas fotos, mas sempre criticada também por não estabelecer um contato visual (difícil né?). O mais interessante é que ela conquistou a América e apesar de não ganhar o programa, conseguiu seu lugar no mercado da moda.
Daniel Jansen, é o nosso orgulho brasileiro. Mestrado em Biologia pela UNICAMP. Nascido em São Paulo (SP) e morando em Campinas desde os nove anos, Daniel revela também que o processo foi bastante difícil. O autismo e, conseqüentemente, a síndrome de Asperger só foram detectados quando ele tinha 23 anos. “Não havia a possibilidade de um diagnóstico preciso antes disso porque o conhecimento sobre o assunto é bem recente, principalmente no Brasil. Há dez anos atrás nem tínhamos idéia do que seria”, observou. Teve ajuda da Associação para o Desenvolvimento dos Autistas em Campinas (Adacamp), inclusive na sua auto-estima. “Fiz várias palestras e fui gradativamente perdendo a inibição para falar em público. Até temia em dar uma aula. Porém, com a ajuda da Adacamp e o apoio fundamental dos meus pais e da Fosca, comecei a ver que tinha condições de falar em público e colocar minhas idéias da forma mais clara possível. Cada pessoa, dentro de sua limitação, vai tentando superar seus limites. Passei por um processo de seleção relativamente rigoroso, e apesar das minhas dificuldades, consegui me adequar. Fiquei muito feliz por isso e acho que consegui atingir os meus objetivos”, concluiu Daniel. Para Fosca, nada será como antes. “Mudou tudo. Tivemos que superar várias dificuldades, vários limites e muitas vezes as pessoas não estão preparadas para receber pessoas que se diferem um pouco do padrão. De uma maneira geral, Daniel foi muito bem recebido, contou com ajuda de todos no laboratório e a gente viveu aqui uma experiência nova. Acho que todos amadurecemos muito”, disse ela.
A orientadora conta que Daniel foi bem nas disciplinas, sendo aprovado em todas. “Jamais posso dizer que ele foi favorecido em qualquer momento. O sucesso dele veio em função da capacidade que ele apresenta. Se ele teve que estudar mais, e se adequar, acho que faz parte do sistema”, disse Fosca.
Segundo ela, o trabalho científico que ele desempenhou nada tem a ver com a síndrome. Ele concluiu o trabalho como um pesquisador. Em nenhum momento o fato dele ter a síndrome serviu para favorecer o seu desempenho. “Ele fez um trabalho científico de maneira correta, com metodologia correta, portanto, pode ser publicado em revista como qualquer outro aluno do meu laboratório. É um trabalho importante porque traz informações novas”, concluiu Fosca.
Saulo Laucas é tenor, autista e cego. Quem já o ouviu cantar se emociona com sua linda voz. Cursa a faculdade de música da UFRJ. Quem quiser conferir seu talento, tem alguns vídeos de suas apresentações disponíveis no Youtube.

Temple Grandin




Dra. Temple Grandin – Nasceu em 1947 e foi diagnosticada como autista aos dois anos. É PHD em Ciência Animal e professora da Universidade do Colorado. Grandin oferece várias palestras sobre autismo além de ter escrito alguns livros sobre a sua experiência como autista. Inventou a “Squeeze-Machine” (“Máquina do aperto”) para ajudá-la nas suas dificuldades sensoriais. No seu livro “Thinking in Picture” Grandin relata que a sua primeira língua foi visual e como esta experiência a ajudou profissionalmente. A Dra. Grandin diz que conseguiu sucesso graças às oportunidades de mentores na escola e o apoio da família, principalmente o da mãe. Sua mãe publicou um livro “A thorn in my pocket” sobre sua experiência de criar uma criança autista em um tempo que as mães eram consideradas culpadas pelo autismo dos filhos e suas crianças eram encaminhadas para uma instituição por não existir cura.

http://corautista.org/novosite/autismo/autistas-famosos

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Mandalas e Música



Um espaço para reflexão e relaxamento.

Você escolhe a mandala e  a música que quiser...
Eu particularmente adoro este site.

fonte: http://www.oficinadaalma.com.br/mandalas/mandalasemusicas/mandalas.htm

Dica de site para desenhos de instrumentos musicais

Se você quiser incrementar suas aulas com desenhos de instrumentos musicais para as crianças conhecerem e colorirem, segue dica abaixo.

http://www.midisegni.it/Port/musica_port.shtml

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Campanha do AMA com a Turma da Mônica feita em 2010

Pesquisando na internet achei este filminho didático feito pela equipe do AMA em parceria com o Instituto Cultural Maurício de Souza.
Embora seja de 2010 achei interessante acrescentar no Blog.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Oficina " Oficina de Desenvolvimento motor através de jogos e brincadeiras musicais "

No dia 27 de agosto de 2011 realizei com as Educadoras do Colégio Molinari em Guarulhos a oficina "Oficina de Desenvolvimento motor através de jogos e brincadeiras musicais".




 As educadoras aproveitaram bem a oficina, criamos estratégias para trabalhar com a música e o motor: jogos musicais, dançamos, instrumentos de sucata.

Oficina: Desenho Infantil

No dia 26 de setembro de 2011 realizei a Oficina "Desenho Infantil" na Creche Jocelyne Louise Chamuseau com os educadores e equipe de apoio.




Os educadores desta creche tem um trabalho bem sério e eficiente com a Educação. Apenas demos uma reciclada no conteúdo que já era do conhecimento da equipe.

Oficina de Danças Circulares

Convidamos você para Dançar na roda, dar as mãos, vivenciar movimentos, cantos, ritmos, tomar consciência do seu corpo físico, acalmar seu emocional, entrar em contato com uma linguagem simbólica, metafórica e experimentar os benefícios de uma Roda de Dança.

O que são Danças Circulares?
São danças tradicionais de vários povos do mundo (brasileiras, danças indígenas, cirandas, etc., gregas, israelitas, árabes, escocesas, gregas e outras). Elas refletem a necessidade de comunhão entre os membros da comunidade e se associam a diferentes momentos de vidas: o nascimento, o plantio, a chegada das chuvas, a entrada das estações do ano, a colheita, a morte, etc.
Estas são instrumentos de integração, celebração, auto-conhecimento e auto-cura, vivenciado com alegria e leveza, em comunhão com os integrantes do grupo.


Data: 17 de setembro de 2011 - (sábado)

Horário: 9h00 às 11h00
Local: Clínica ABREH - Rua Conselheiro Moreira de Barros, 26 A Metrô Santana – São Paulo - SP

Facilitadora: Marcieli Santos

Investimento: R$ 25,00      Vagas limitadas
Público –alvo: todos - Roupas confortável
Inscrições: clinicaabreh@gmail.com
Tels: 11 – 9774-0997/9702-7036